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1º Café Ufológico Zona Sul, na Vila Bamboo, também foi um sucesso

No último sábado do mês de novembro, dia 30, a Fraternidade Cósmica realizou seu 1º Café Ufológico Zona Sul, no Espaço Vila Bamboo, na Av. Pereira Passos, 916, na Tristeza, coordenado pelo ufólogo e expositor espírita, Paulo Sérgio.

Enquanto os participantes saboreavam um delicioso café ou chá, com tortas, doces e salgados, o presidente da Fraternidade Cósmica discorria sobre a presença extraterrestre entre nós, com destaque para sua fala sobre os Filhos das Estrelas e os híbridos e húbridos, cujo objetivo principal é misturar-se à nossa sociedade sem serem percebidos.

Logo a seguir, o médico e membro da Fraternidade Cósmica, Dr. Marcelo Berteli, relatou sua experiência em Cambará do Sul, para onde viajou, orientado pelo seu contato com os extraterrestres de Sirius. O contato foi testemunhado pela sua esposa e por um casal de amigos.

Este evento foi o último da Fraternidade Cósmica neste ano de 2019. O próximo encontro já está agendado para o dia 14 de março de 2020, às 15h, com a edição do 30º Café com Ufos, no Croasonho da Cidade Baixa, na Rua José do Patrocínio, 482.

Último Café com Ufos do ano teve excelente público no Croasonho

O último Café com Ufos deste ano, realizado no sábado, dia 09 de novembro, mais uma vez lotou o Croasonho da Cidade Baixa, e o público ouviu atentamente o presidente da Fraternidade Cósmica, Paulo Sérgio, falar sobre a transição planetária e o projeto Nova Terra, coordenado pela espiritualidade superior e nossos irmãos cósmicos. O encontro, que reúne ufólogos e interessados nos temas da Espiritualidade e Ufologia, também abordou características de diversas raças que nos visitam regularmente.

Paulo Sérgio também destacou a política de acobertamento do governo americano e de outros países, classificando-a de “ainda um mal necessário, pois não estamos preparados para a verdade oficial”. Lembrou que alta tecnologia de domínio dos extraterrestres poderia cair em mãos erradas e provocar graves crises mundiais ou mesmo destruição em massa.

O evento teve a participação ativa do público, com colocações e perguntas para esclarecer dúvidas. O 30º Café com Ufos, que é promovido pela Fraternidade Cósmica, já está marcado para o dia 14 de março de 2020, às 15h, no Croasonho da Cidade Baixa, na Rua José do Patrocínio, 482.

Café com Ufos trouxe o contatado Dr. Marcelo Bertelli, de Caxias do Sul

Na madrugada de 3 de abril de 1976 ocorreu um dos mais impressionantes casos da Ufologia brasileira, quem sabe até mesmo da mundial. Nesta data, vários moradores da cidade de Quixadá, Ceará, testemunharam as evoluções de um objeto voador não identificado sobre a cidade. Para uma destas testemunhas, o caso significou muito mais que um simples avistamento, tão corriqueiro na região. Representou uma mudança radical na vida de um senhor que tinha uma saúde de ferro antes do contato e que pouco a pouco apresentou sintomas de algum tipo de síndrome ou doença desconhecida da medicina terrestre.

Os eventos daquele dia começaram por volta das 4h30min da manhã, quando atiradores do Tiro de Guerra 10016 encontravam-se em uma sessão de educação física ao ar livre. Todos observaram pasmos o surgimento de um grande objeto voador em forma de disco, que deslizava a poucos metros de altitude, emitindo intensa luz e totalmente silencioso. Os militares pensaram tratar-se de algum tipo de aparelho lançado da Barreira do Inferno, ou mesmo aparelhos governamentais lançados para realizar pesquisas na região.

Neste mesmo horário, em outro ponto da cidade, um senhor, chamado Luis Barroso Fernandes, preparava-se para ir ao sítio, situado a alguns quilômetros da cidade. Ele atrelou a charrete, despediu-se de sua esposa e seguiu viagem, ainda na escuridão da madrugada.

Após percorrer um trecho de alguns quilômetros, Barroso ouviu um zumbido semelhante ao de um enxame de abelhas. Ele olhou para trás, não viu nada e resolveu continuar sua viagem. Repentinamente, um objeto voador de aproximadamente 3 metros de diâmetro posicionou-se acima dele. Assustado, Barroso puxou as rédeas e parou para observar o estranho aparelho que lentamente descia à sua frente, a uns 30 metros de distância. Nesse momento, o animal andou para trás, aparentemente assustado com a presença do objeto. Repentinamente, o aparelho emite um facho de luz que atinge o animal e seu dono, que imediatamente ficam paralisados.

Do aparelho abriu-se uma porta, por onde saíram dois pequenos seres. Um deles segurava um objeto semelhante à uma lanterna, com a qual apontou e disparou um feixe de luz que atingiu Luis Barroso no rosto. Com isso, imediatamente Luis Barroso perdeu a consciência. Ao voltar a si, ele percebeu que estava distante do local onde havia parado a charrete. Sentia-se tonto, trêmulo e com um ardor no rosto. Sentia também dificuldades respiratórias e intensa dor de cabeça. O lado esquerdo de seu corpo encontrava-se avermelhado, além de sentir uma dificuldade em realizar movimentos para colocar a charrete em movimento.

Pouco depois, um vaqueiro passou pela região, percebeu que Luis Barroso não estava bem e perguntou-lhe o que estava acontecendo. Ele pediu que o vaqueiro o levasse para casa, onde, ao chegar, narrou sua extraordinária experiência. Ainda sentindo-se mal em decorrência do contato, ele pediu à sua esposa que o levasse para ser examinado ao Dr. Antônio Moreira Magalhães, um dos mais conceituados médicos da cidade. Ele ouviu atentamente o relato de Luis Barroso e, embora não acreditasse em discos voadores na época, considerou que algo muito sério devia ter ocorrido ao sitiante, pois este tinha elevada credibilidade na cidade. Ele registrou todas as informações no prontuário de atendimento e receitou-lhe um antialérgico, um calmante e repouso absoluto.

Ao voltar para casa, Barroso continuou sentindo-se mal, com dores constantes pelo corpo. Seus olhos ardiam muito, e o lado esquerdo do seu corpo continuava avermelhado. Seu relato espalhou-se pela cidade, e várias pessoas foram à casa da testemunha para ouvir sua história em primeira mão. De alguma forma, as histórias sobre seu avistamento chegaram à capital do estado, Fortaleza, onde emissoras de rádio e jornais locais divulgaram o episódio. Com isso, ufólogos do Centro de Pesquisas Ufológicas de Fortaleza seguiram para a cidade, a fim de averiguar o fato. Os pesquisadores encontraram um Luis Barroso preocupado, que tentava esquivar-se de entrevistas e de fotografias, pedindo a todos que esquecessem seu caso. Mesmo visivelmente incomodados com a situação, a família de Barroso atendia a todos os curiosos com educação e respeito. Após algum tempo, a história esfriou na cidade, e aparentemente a vida de Barroso voltou ao normal.

Entretanto, a vida de Luis Barroso nunca mais seria a mesma. Poucos dias após o contato, seus cabelos ficaram grisalhos. Ele apresentou quadro de impotência, e em alguns momentos ficava aéreo. Ele sentia muita indisposição e lapsos de memória, causando apreensão em sua família. Diante disso, eles levaram Barroso para uma nova consulta com o Dr. Magalhães. Ele o atendeu e tentou tratar o protagonista do caso em vão. Nos dias seguintes, os sintomas se intensificaram, surpreendendo o experiente médico, que encaminhou o paciente para a capital, Fortaleza, onde poderia ser melhor atendido. Na ficha de encaminhamento, no prontuário do INPS, ele incluiu o relato de Luis Barroso, inclusive citando textualmente que ele “fora sequestrado por um disco voador”.

Em Fortaleza, ele foi atendido pelos médicos José Pelegrino Alves e Glaubo Lobo, com formação em Neurologia e Psiquiatria. Diante do prontuário, criticaram o conteúdo envolvendo o relato de Luis Barroso e o posicionamento do médico por ter acreditado na história e atribuíram o fato a um problema psíquico comum. No período que se seguiu, os médicos não conseguiram um diagnóstico claro e preciso e o encaminharam de volta a Quixadá sem poder resolver seu problema. Apenas receitaram que ele ficasse afastado do trabalho. Com a crescente piora de Barroso, os familiares decidiram interná-lo em um hospital psiquiátrico de Fortaleza, localizado na Avenida Bezerra de Menezes, no bairro São Geraldo, onde foi atendido por 16 médicos especializados, que igualmente não conseguiram realizar um diagnóstico preciso.

O Centro de Pesquisas Ufológicas acompanhou o drama da família e o agravamento do quadro clínico de Luis Barroso. Os ufólogos do Centro entrevistaram pessoas ligadas ao caso e tentaram providenciar uma hipnose regressiva. Na época havia duas pessoas que poderiam realizar o procedimento: um padre jesuíta, que recusou-se a fazer hipnose em uma pessoa que teve contatos com discos voadores, e um dentista, que cobrou um alto preço, o qual o Centro não podia pagar. Sendo assim, não houve hipnose regressiva com Luis Barroso.

O Dr. Magalhães também passou a acompanhar a saúde de Luis Barroso Fernandes, prestando toda a ajuda possível no âmbito da Medicina, de acordo com suas condições. Assim ele pôde verificar o agravamento do quadro, com o acúmulo de água no organismo do paciente, o surgimento de edemas, a piora no lapso de memória e uma crescente perda na habilidade locomotora. Novas tentativas de esclarecer ou diagnosticar sua estranha doença foram realizadas sem que se chegasse a uma conclusão. Foram realizados eletroencefalograma, exames de urina, glicose, colesterol, entre outras análises clínicas que comprovaram que a saúde de Barroso era perfeita, à exceção de seu cérebro, que, de alguma forma, foi afetado de maneira anormal. Na melhor descrição possível, Barroso demonstrava uma regressão mental aparentemente irreversível. Com o tempo ele passou a agir como uma criança. Ao fim da vida, em 1993, ele pronunciava apenas três palavras: Mamãe, dá e medo. Esta última ele sempre falava quando alguém batia uma fotografia com flash, evidenciando algum tipo de trauma com luz forte ou intensa.

Luis Barroso Fernandes faleceu em 1º de abril de 1993. Na ocasião de sua morte, ele tinha a pele suave como a de um bebê.

Além dos efeitos fisiológicos observados em Luis Barroso Fernandes, houve outras confirmações diretas e indiretas de seu testemunho. O burro que puxava a carroça na madrugada em que o caso ocorreu também apresentou-se debilitado após a ocorrência. Por alguns dias ficou sem comer, mas recuperou-se após algum tempo.

Conforme pesquisas realizadas pelo Centro de Pesquisas Ufológicas de Fortaleza, outras pessoas testemunharam a presença de um OVNI nos céus de Quixadá. A experiência mais significativa envolveu duas pessoas: a estudante Francisca Rosete da Silva, 23 anos, e seu irmão Antônio Leudo da Silva, 12 anos. Ambos seguiam para a aula no Colégio Estadual de Quixadá. Pouco depois de terem saído de casa, eles observaram uma luz flutuante muito intensa no meio da mata. Da luz surgiu um raio que atingiu Francisca no rosto. Sentindo-se tonta, resolveu voltar para casa. Antônio ajudou a irmã, amparando-a pelo braço. Ao chegar na porta da casa, Francisca desmaiou, deixando atônitos seu pai e seu irmão. Ela foi levada pelo pai, Antônio Fernandes da Silva, para um hospital, onde foi atendida pelo enfermeiro de plantão. Este constatou que Francisca estava com os olhos inchados e tinha vários hematomas pelo corpo, além de arranhões produzidos por plantas da região. Segundo o Dr. Laércio de Castro, então diretor do hospital, Francisca “estava muito nervosa e com os olhos intumescidos, como se tivessem sido afetados por forte calor”.

O irmão de Francisca, Antônio Leudo, não apresentava feridas ou hematomas. Entretanto, apresentava processo traumático psicológico decorrente da experiência. “O que eu vi não quero ver nunca mais. Não era avião, não era helicóptero ou outra coisa conhecida. Era estranho e ameaçador”.

Outro caso envolveu o radialista José Sinval, locutor da Rádio Monólitos, que observou um objeto redondo, com luzes multicoloridas à sua volta, flutuando ao lado da pista de aterrissagem do campo de aviação de Quixadá. Já Gonçalo Costa e João Rosa de Almeida observaram um objeto semelhante entre as cidades de Quixadá e Jaburu.

Entrevista com Barroso
Ainda em condições normais de raciocínio, procuramos entrevistar Barroso, fazendo com que sentisse a necessidade da divulgação do caso, pois sabíamos que ele não havia sido o primeiro e não seria o último, podendo assim ajudar muito nos esclarecimentos futuros. Apesar de não querer mais ser molestado com este assunto, concordou, desde que não fossem tiradas fotografias.
Athayde – Barroso, você pode nos contar o que realmente aconteceu naquela manhã?
Barroso – Claro. Não queria mais falar sobre o assunto, pois a imprensa e outras pessoas não me deixam em paz. Mas lá vai: como já falei, eu seguia na minha charrete quando alguma coisa luminosa passou por cima de nós e parou na frente, descendo no asfalto.
Parecia ser apenas uma luz, mas depois que se apagou era algo como uma roda grande de trator ou como uma tartaruga mal acabada, cor de alumínio e silenciosa. Recebemos uma luz e ficamos totalmente parados, sem poder se movimentar, o animal e eu, claro. Abriu-se uma espécie de portinhola e apareceram dois seres de baixa estatura. Eram pessoas normais, embora com roupas esquisitas e uma espécie de lanterna na mão. Um deles clareou para nós e eu perdi os sentidos…
Athayde – Clareou como?
Barroso – Jogou outra luz no meu rosto. Era ofuscante e muito incomoda. Parecia que entrava na minha cabeça. Senti uma dor no fundo dos olhos…
Athayde – Você se lembra de ter sido levado para outro lugar após esse feixe de luz tê-lo atingido?
Barroso – Não lembro de nada. Depois que a luz me acertou, apaguei…
Athayde – Você ficou com o lado esquerdo do corpo todo vermelho. Acha que foi alguma queimadura ou coisa parecida?
Barroso – Não sei. Só percebi que estava com um lado vermelho quando o vaqueiro me disse.
Athayde – E a tontura e as dores no corpo, você já voltou sentindo?
Barroso – Quando fui encontrado pelo vaqueiro, estava aéreo e não sabia que local era aquele, meus olhos ardiam, sentia dores esquisitas e tremia. Um calor muito grande se apoderou de mim. Tive medo. Pensei que ia morrer naquela estrada e sem ver minha família.
Athayde – Você se lembra de alguma coisa que possam ter feito com você depois de receber o segundo foco de luz?
Barroso – Não. Nada. Parece que morri e acho que morri mesmo…
Athayde – E agora, lembra-se de algo?
Barroso – Não. Até parece que nada aconteceu, pois não consigo me lembrar das coisas até o momento em que voltei a mim, na estrada. Lembro-me apenas que recebi o foco de luz, mas depois nada mais…
Athayde – Existe um meio de fazermos você se lembrar utilizando a hipnose regressiva. É difícil encontrarmos alguém que a faça, mas podemos tentar conseguir. Você aceita?
Barroso – Não sei. Tenho que consultar meu médico e minha família. Esse negócio pode prejudicar ainda mais a minha situação. É melhor deixarmos como está… Não sinto mais tanta coisa assim.
Athayde – E essas sensações de tontura que você ainda tem, o fato de seu cabelo ter ficado grisalho tão rapidamente, os outros sintomas…
Barroso – Tudo vai passar, você vai ver…
Athayde – Você já tinha visto alguma coisa diferente no céu?
Barroso – Não. Nunca pensei nisso, embora tomasse conhecimento de que alguém avistava luzes por aqui. Não acreditava nessas coisas. Foi azar…
Por Reginaldo de Athayde (Baseado no livro: ETs, Santos e Demônios na Terra do Sol, de autoria de Reginaldo de Athayde, pesquisador original do caso).

27º Café com Ufos lotou o Croasonho da Cidade Baixa

Um exemplo de exceção à regra é um caso clássico da casuística ufológica brasileira e que envolve um ser descrito como ciclope, do clássico Caso Sagrada Família, ocorrido em 28 de agosto de 1963, no bairro de mesmo nome da cidade de Belo Horizonte (MG). Nesta ocorrência, os meninos Fernando, Ronaldo e José Marcos Gomes Vidal estavam no quintal de casa quando um UFO esférico e transparente ficou flutuando sobre o local. Devido à sua transparência, era possível se ver quatro alienígenas no interior da nave, que eram bastante parecidos conosco se não fosse um detalhe curioso: em vez de dois olhos, tinham um único olho no meio da testa. Subitamente, o objeto lançou dois feixes de luz amarela para baixo, formando duas colunas de luz, através da quais desceu um dos alienígenas flutuando lentamente. Houve uma tentativa de contato através de gestos e palavras inteligíveis e, ainda, um dos meninos tentou jogar uma pedra no ser. No entanto, um feixe de luz projetado pela criatura impediu que esse ato de agressão fosse concluído. E o extraterrestre permaneceu lá, diante dos três meninos, falando sem parar num idioma totalmente incompreensível.

Neste momento, os garotos puderam observar bem o alienígena, que tinha um único olho no meio da testa, grande, escuro, sem a parte branca [Esclera] e na base do nariz. Havia um risco que parecia ser a pupila, que se destacava por ser mais escuro e, sobre o olho, uma mancha que parecia ser a sobrancelha. O rosto era todo vermelho e foi possível perceber alguns dentes, conforme o alienígena abria a boca enquanto falava o estranho idioma. Ele tinha a cabeça envolta num capacete redondo e transparente, através do qual seu rosto era bem visível. Já a roupa que o alienígena usava era marrom até a cintura, branca até os joelhos e depois preta, como se fosse uma espécie de bota. Suas vestimentas pareciam feitas de couro ou algo similar, e tinham várias rugas nas partes correspondentes aos membros e tórax. Os meninos ainda notaram que havia uma caixa grudada nas costas da criatura, que era cor de cobre. Depois de alguns instantes, ele voltou para o interior do UFO e este, por sua vez, foi embora.

26º Café com Ufos abordou o tema "Projeto Nova Terra"

Em novo endereço e com um bom público, o 26º Café com Ufos foi realizado no último sábado, dia 10 de agosto, no Croasonho do bairro Cidade Baixa, na Rua José do Patrocínio, 482, com o debate de temas da Ufologia e Espiritualidade, com enfoque para o Projeto Nova Terra.

Após a apresentação pelo presidente da Fraternidade Cósmica, Paulo Sérgio, que fez um breve comentário sobre o processo de regeneração planetária e a participação dos nossos irmãos cósmicos, a psicóloga e médium espírita Sílvia Baldino fez um relato do trabalho desenvolvido pelo Grupo de Transição, no Centro Espírita Amor e Luz, na Rua Barros Cassal, Centro, nesta Capital.

Sílvia destacou a interação entre os espíritos dirigentes do orbe e nossos irmãos cósmicos no processo de transição planetária de mundo de provas e expiações para mundo em regeneração, fase atual por que passa a Terra.

Lembrou que são cada vez mais fortes e frequentes as mensagens enviadas por irmãos extraterrestres em mesas mediúnicas nos centros espíritas e através dos contatos extrafísicos com os encarnados que estão comprometidos com o Projeto Nova Terra, principalmente durante o sono do corpo físico.

Paulo Sérgio fez diversas manifestações ressaltando a aceleração do processo de regeneração planetária, com o massivo expurgo que já está ocorrendo com espíritos rebeldes e a chegada dos “filhos das estrelas”, conforme recente reunião dos emissários celestes na Espiritualidade.

O dirigente da Fraternidade Cósmica anunciou para 23 de novembro uma palestra que fará sobre “Homo Alienus”, a Nova Raça Humana, no auditório do Edel Trade Center, em Porto Alegre, onde dará detalhes a respeito da formação da nova humanidade que irá habitar o planeta.

O 27º Café com Ufos já está programado para o dia 14 de setembro no mesmo local, na Rua José do Patrocínio, 482, no Croasonho da Cidade Baixa. O Café com Ufos tem entrada franca, sendo cobrado apenas o consumo no local, e, ao final do evento, será sorteado um livro dentre os presentes. Mais informações pelo telefone 99924.5300.

25º Café com Ufos trouxe novos relatos de contatos e avistamentos de naves

Um exemplo de exceção à regra é um caso clássico da casuística ufológica brasileira e que envolve um ser descrito como ciclope, do clássico Caso Sagrada Família, ocorrido em 28 de agosto de 1963, no bairro de mesmo nome da cidade de Belo Horizonte (MG). Nesta ocorrência, os meninos Fernando, Ronaldo e José Marcos Gomes Vidal estavam no quintal de casa quando um UFO esférico e transparente ficou flutuando sobre o local. Devido à sua transparência, era possível se ver quatro alienígenas no interior da nave, que eram bastante parecidos conosco se não fosse um detalhe curioso: em vez de dois olhos, tinham um único olho no meio da testa. Subitamente, o objeto lançou dois feixes de luz amarela para baixo, formando duas colunas de luz, através da quais desceu um dos alienígenas flutuando lentamente. Houve uma tentativa de contato através de gestos e palavras inteligíveis e, ainda, um dos meninos tentou jogar uma pedra no ser. No entanto, um feixe de luz projetado pela criatura impediu que esse ato de agressão fosse concluído. E o extraterrestre permaneceu lá, diante dos três meninos, falando sem parar num idioma totalmente incompreensível.

Neste momento, os garotos puderam observar bem o alienígena, que tinha um único olho no meio da testa, grande, escuro, sem a parte branca [Esclera] e na base do nariz. Havia um risco que parecia ser a pupila, que se destacava por ser mais escuro e, sobre o olho, uma mancha que parecia ser a sobrancelha. O rosto era todo vermelho e foi possível perceber alguns dentes, conforme o alienígena abria a boca enquanto falava o estranho idioma. Ele tinha a cabeça envolta num capacete redondo e transparente, através do qual seu rosto era bem visível. Já a roupa que o alienígena usava era marrom até a cintura, branca até os joelhos e depois preta, como se fosse uma espécie de bota. Suas vestimentas pareciam feitas de couro ou algo similar, e tinham várias rugas nas partes correspondentes aos membros e tórax. Os meninos ainda notaram que havia uma caixa grudada nas costas da criatura, que era cor de cobre. Depois de alguns instantes, ele voltou para o interior do UFO e este, por sua vez, foi embora.

Casa lotada para ouvir o físico Moacir de Araújo Lima durante o 24º Café com Ufos

O 24º Café com Ufos, realizado no último sábado, lotou as dependências do Croasonho, no bairro Menino Deus, onde um público atento ouviu a palestra do físico, professor e escritor Moacir de Araújo Lima, que abordou o tema “Física Quântica, Ciência e Espiritualidade”.

Moacir falou sobre as descobertas da Física Quântica, com destaque para a teoria das supercordas, buracos negros, relação espaço-tempo, Teoria da Relatividade de Einstein, e outras questões complexas da nova Física.

Lembrou, ainda, a conectividade entre a Ciência e a Espiritualidade, para o melhor entendimento da formação do Universo e sua relação inequívoca com uma inteligência superior, a qual denominou de Supremo Arquiteto.

Ao final do evento, Moacir de Araújo Lima autografou alguns títulos de sua extensa obra, muitas das quais publicadas em diversos países do mundo, como Portugal e Espanha.

O evento, promovido pela Fraternidade Cósmica RS, presidida pelo ufólogo e expositor espírita Paulo Sérgio Weirich, terá nova edição no dia 15 de junho próximo, às 15h, no Croasonho da Av. Getúlio Vargas, 1010, Menino Deus, em Porto Alegre. Maiores informações pelo fone 99924.5300 ou no site www.fraternidadecosmica.com.br

Café com Ufos recebeu o ufólogo e contatado chileno Juan Valdés

Cerca de 40 pessoas acompanharam atentamente os relatos do engenheiro de sistemas, o chileno Juan Valdés, sobre seus contatos com seres extraterrestres quando trabalhou em uma empresa no Panamá, durante o 23º Café com Ufos, promovido pela Fraternidade Cósmica e realizado no último sábado, no Croasonho do bairro Menino Deus. O encontro repetiu o sucesso das edições anteriores.

Juan Valdés contou que visitou a nave extraterrestre e recebeu dos seres a mensagem segundo a qual a humanidade precisa vibrar no amor incondicional pelos seus semelhantes, pois só assim conseguirá avançar e evoluir plenamente.

O chileno, que coordena a Fraternidade da Águia Dourada, na cidade gaúcha de Candelária, disse ainda que estes seres lhe transmitiram uma sensação muito grande de amor e paz e que, quando voltou da nave, conseguia saber o que as pessoas com as quais conversava estavam pensando.

O presidente da Fraternidade Cósmica agradeceu a presença do pesquisador, ufólogo e contatado Juan Valdés, e recebeu o convite para que o grupo da Fraternidade Cósmica conheça o trabalho que ele desenvolve, através do autoconhecimento, no seu sítio em Candelária.

A próxima edição do Café com Ufos já está marcada para o dia 11 de maio, às 15h, no Croasonho do bairro Menino Deus, na Av. Getúlio Vargas, 1010, com entrada franca e sorteio de um livro ao final do evento. Maiores informações pelo fone 99924.5300 ou no site www.fraternidadecosmica.com.br

Primeiro Café com Ufos do ano teve excelente público

Cerca de 40 pessoas lotaram as dependências do Croasonho, no bairro Menino Deus, para o 22º Café com Ufos, que aconteceu no dia 16 de março último, numa realização da Fraternidade Cósmica.

Após uma breve abertura do encontro, o presidente da Fraternidade Cósmica, ufólogo e expositor espírita, Paulo Sérgio Weirich, abordou resumidamente o tema “Data Limite”, resultado da conversa entre Chico Xavier e seu amigo Geraldo Lemos Neto, em jantar na casa do médium em 1986, cujo prazo finda no dia 20 de julho de 2019.

Em seguida, o convidado especial, Dr. Marcelo Bertelli, que veio de Caxias do Sul, relatou estranhos fatos de contatos ocorridos com ele, com seres oriundos, muito provavelmente, do Sistema Sirius.

O primeiro contato, ainda no ano passado, em Cambará do Sul, em mata fechada, teve por testemunhas a esposa do Dr. Marcelo e um casal de amigos. Contudo, por estar bastante nervoso e preocupado com o inusitado da situação, o médico preferiu abortar o contato mais próximo, deixando o mesmo para outra ocasião, ainda este ano, segundo lhe foi informado através de mensagem telepática.

Durante o Café com Ufos, Paulo Sérgio anunciou também a realização do 1º Café com Luz, mais uma iniciativa da Fraternidade Cósmica, evento esse mais voltado aos temas da Espiritualidade, com foco na Doutrina Espírita kardecista. As edições do Café com Luz terão por local cafeterias e confeitarias de Porto Alegre.

A primeira edição do café com Luz já está marcada para o próximo dia 30 de março, às 16h, na Cafeteria e Confeitaria Lívia Guzzo, na Rua Armando Barbedo, 602, bairro Tristeza, com o tema “Reforma Íntima na Prática”. Ingressos a R$ 10,00 podem ser adquiridos ou reservados antecipadamente pelo fone 99924.5300. Vagas limitadas.

A próxima edição do Café com Ufos já está marcada para o dia 13 de abril, um sábado que antecede o feriadão da Páscoa, às 15h, no mesmo local, com novos e inéditos relatos de contatos e avistamentos.

21º Café com Ufos superou expectativas e teve relatos impressionantes

O 21º Café com Ufos, última edição deste ano, realizada no sábado, dia 8, foi um grande sucesso. Diversos depoimentos de contatados mantiveram a atenção dos participantes até o final do encontro, que ultrapassou o tempo programado e teve que ser encerrado, devido ao horário, deixando outros depoimentos para o próximo Café com Ufos, em março de 2019.

O evento, promovido pela Fraternidade Cósmica, foi aberto pelo seu presidente, ufólogo Paulo Sérgio Weirich, que alertou sobre o aumento da casuística ufológica e a política de desacobertamento pelos países que detêm o conhecimento e a tecnologia extraterrestre.

Logo em seguida, a psicóloga Ceura Nolasco, que pertence à Fraternidade Cósmica e coordena também o grupo Vigilantes do Céu, convidou todos os presentes a participar de uma confraternização e observação da lua, na próxima sexta-feira, dia 14, no Clube Jangadeiros, na Zona Sul da Capital.

Após, a contatada Sílvia, que é espírita e possui mediunidade mais exacerbada, trouxe o relato de suas experiências a bordo de uma nave e sobre seus vários encontros com os extraterrestres, desde quando era criança até os dias atuais.

No momento seguinte, o ufólogo Nelson Nicolas, de São Leopoldo, fez um breve relato do seu trabalho de meio século de pesquisa ufológica e conclamou os presentes a se integrarem nesta busca pela verdade que os governos insistem em ocultar. Destacou que o desacobertamento brusco e irresponsável poderia interessar a grupos extremistas que buscam novas tecnologias mortais para destruir populações inteiras.

Por último, o contatado Luís Carlos Almeida também falou sobre seus contatos com seres de seu planeta de origem, os quais estão sempre por perto e ajudando-o quando precisa, principalmente cuidando de sua saúde, como aconteceu em recente situação em que teve um enfarto agudo do miocárdio.

Ao final do evento, houve o tradicional sorteio de livros ufológicos e espiritualistas. O próximo Café com Ufos está programado para acontecer no dia 16 de março de 2019, às 15h, no Croasonho do bairro Menino Deus, em Porto Alegre.

Ressonância Schumann foi um dos destaques do 20º Café com Ufos

A 20ª edição do Café com Ufos, realizada no último dia 10, teve temas muito interessantes debatidos pelos participantes. O primeiro deles foi sobre a Ressonância Schumann, através da exposição do membro da Fraternidade Cósmica e expositor espírita, Luiz Lippi, que também respondeu a diversas perguntas.

Ele começou explicando que, em 1952, o físico alemão Winfried Otto Schumann constatou que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100 km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (daí chamar-se ressonância Schumann), mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo.

Experimentos mostraram que a frequência fundamental da RS é aproximadamente igual a 7.8 Hz, e as frequências harmônicas superiores são 14, 20, 26, 33, 39, 45 e 51 Hz.

O artigo Schumann Resonances, a plausible biophysical mechanism for the human health effects of Solar/Geomagnetic apresenta um estudo interessante onde se propõe que a radiação eletromagnética devido à Ressonância Schumann seja um mecanismo biofísico plausível (destacamos essa palavra) que resolveria o problema da correlação entre a atividade Solar e Geomagnética (distúrbios magnéticos de origem solar ou terrestre que afetam o campo magnético da Terra), com efeitos na saúde de algumas pessoas.

A proposta é de que a radiação eletromagnética de Schumann interagiria com o cérebro, determinando ou coordenando os pulsos elétricos que controlam os níveis de serotonina e melatonina no organismo, duas substâncias reguladoras do ciclo diurno e noturno do ser humano, com consequências em diversas funções vitais, como pressão sanguínea, respiração, sistema imunológico e os processos cardíacos e neurológicos, entre outros.

O que reforçaria a hipótese da interação entre o cérebro e a radiação eletromagnética na frequência da Ressonância Schumann é o fato de que as ondas nervosas vibram em faixas de frequências semelhantes às da Ressonância Schumann. A existência de dados que correlacionam as atividades solares e geomagnéticas a determinados distúrbios da saúde reforça a possível (ou plausível) ideia de interação entre a radiação na frequência da RS com o cérebro.

O frei Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor universitário, também comenta sobre o assunto. Vejam o que ele diz sobre a Ressonância Schumann: “Empiricamente fez-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio e a saúde.”

Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo.

O coração da Terra disparou. Coincidentemente, desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas.

Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas tem base real neste transtorno da Ressonância Schumann.”

Num segundo momento do Café com Ufos, a também integrante da Fraternidade Cósmica, Maria Clara, relatou seu recente avistamento, no dia 21 de outubro último, da sacada de sua casa, no bairro Aberta dos Morros, Zona Sul da Capital. Maria Clara, que já presenciou inúmeros óvnis, destacou que eles surgem sobre o Rio Guaíba.

Por último, o astrônomo Ivandel Lourenço, que participa do Grupo Vigilantes do Céu, coordenado pela psicóloga também integrante da Fraternidade Cósmica, Ceura Nolasco, falou sobre o céu de Porto Alegre e sobre a importância dos ufólogos e interessados no tema conhecerem a posição dos planetas no céu noturno.

Durante o encontro, em pelo menos dois momentos, o presidente da Fraternidade Cósmica, jornalista, advogado, ufólogo e expositor espírita, Paulo Sérgio Weirich, falou sobre o momento atual por que passa a humanidade e as transformações que levarão o planeta a ser um Mundo de Regeneração, substituindo o atual mundo de provas e expiações. Explicou, ainda, que nada acontece por acaso e o que nos parece uma injustiça é fruto apenas do nosso desconhecimento a respeito das experiências evolutivas de nossos irmãos.

A próxima edição do Café com Ufos, a 21ª, acontecerá no dia 8 de dezembro, no Croasonho do bairro Menino Deus, desta vez às 16h, em razão do forte calor nesta época do ano, e será um encontro comemorativo ao encerramento do ano e ao Natal, com o sorteio de diversos brindes. Maiores informações pelo fone 99924.5300 ou através do nosso site www.fraternidadecosmica.com.br

Último Café com Ufos do ano foi um sucesso absoluto

Em 05 de outubro de 1996, o empresário e piloto Haroldo Westendorff pilotava um monomotor Tupy (prefixo PT-NTH) sobre a Lagoa dos Patos, nas proximidades da cidade de São José do Norte (RS).

Naquele dia o céu estava limpo e ensolarado, com nuvens esparsas permitindo um voo com muita visibilidade. Por volta das 10 da manhã o piloto estava a uma altitude de 1.800 metros, sobrevoando a região da Ilha de Saragonha, quando deparou-se com um com gigantesco objeto que sobrevoava a região. Segundo o piloto, o objeto teria o tamanho de um estádio de futebol e aproximadamente 50 metros de altura. Era de formato piramidal, com oito lados. Em cada um dos lados havia três domos salientes. O piloto acompanhou o estranho objeto por aproximadamente 12 minutos.

O objeto, que girava em torno de seu próprio eixo, seguia lentamente em direção ao mar. Um dos momentos mais marcantes da experiência foi quando abriu-se uma escotilha no alto do objeto, de onde saíram 3 objetos discoides. Os objetos saíram na posição vertical, inclinaram-se e desapareceram rapidamente. Neste instante, Haroldo manobrou o avião para visualizar o interior do objeto. Foi quando o objeto maior começou a emitir raios avermelhados, fazendo com que o piloto manobrasse e se afastasse uns 200 metros do objeto. Logo após, a nave começou a elevar-se em grande velocidade.

Durante o contato, o piloto conversou com familiares, relatando o evento, e com a sala de controle da Infraero, no aeroporto de Pelotas (RS). Airton Mendes da Silva, Jorge Renato Dutra e Gilberto Martins puderam confirmar visualmente o objeto. O piloto também comunicou-se com o CINDACTA 2, em Curitiba (PR), relatando o evento e solicitando informações. Os operadores no CINDACTA negaram que o objeto estivesse sendo captado.

Haroldo Westendorff é piloto deste os anos 70, tendo brevê desde os 19 anos. Além disso, é bicampeão brasileiro de acrobacias.

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