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O caso do planeta Clarion
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Aura Rhanes, a capitã extraterreste amiga do contatado Bethurum. Foto autêntica do Capitão Suell, habitante do planeta Clarión.

 

O VM Samael Aun Weor comentava em diversas obras, especialmente no As Três Montanhas, que nosso sistema solar possui precisamente 12 planetas físicos (além das dezenas de planetas em outras dimensões). Um desses corpos celestes se chama precisamente Clarion (o último dos 12). Um dos mais famosos contatados americanos, o técnico e escritor Truman Bethurum (1898-1969) afirmava que manteve comunicação física com os habitantes desse planeta misterioso.
Truman Bethurum é um dos contatados mais conhecidos da era de ouro da ufologia norte-americana. Esta era de ouro compreende as décadas de meados do século 20, quando os grandes contatos, mensagens, revoadas e materiais fotográficos em massa começaram a acontecer.
A história de seu contato extraterrestre começou no dia 27 de julho de 1952, quando, ao trabalhar como técnico em uma companhia de asfaltamento de estradas em uma área despovoada de Glendale (estado de Nevada, EUA), avistou uma nave espacial de incríveis 100 metros de diâmetro, da qual desceram cinco seres que o convidaram a que conhecesse o líder dessa nave. A bordo, Bethurum não se encontrou com um capitão, mas com uma capitã.
Ela se apresentou com o nome de Aura Rhanes, trajava um macacão típico dos aliens e usava um gorro sobre sua cabeça. Desde esse dia, Bethurum começou a chamar Rhanes como "a Rainha das Mulheres" por sua "beleza suprema" e suas "formas bem proporcionadas".
A alienígena (que como o resto da tripulação falava um perfeito inglês) explicou a Bethurum que eles vinham de uma sociedade idílica onde não havia guerras, prisões, delinquência, advogados, políticos, problemas de tráfico, e que também não se pagavam impostos. A tripulação se completava com 32 homens, todos de cabelos e olhos escuros.
E todos vieram de um planeta deste nosso sistema solar, desconhecido para todos nós da Terra, chamado Clarion. Este é um planeta distante, muito além de Plutão.
Os clarionitas - que lhe asseguraram professar uma fé, grosso modo, que lembra o cristianismo - disseram que haviam chegado ao nosso planeta para ajudar, juntamente com outros extraterrestres, para impedir uma guerra nuclear (este contato deu-se no período da Guerra Fria). Também se manifestavam contrários a inúmeros delitos comumente praticados aqui, como o adultério e o divórcio.
Paradoxalmente, a esposa de Bethurum - incomodada com os comentários que suscitava a aventura de seu marido toda vez que ele se referia à capitã nos livros e programas de rádio e tevê - acusou Aura Rhanes de induzir seu marido à infidelidade. De fato, o contatado chegou a dizer que a bela capitão "aparecia em seu dormitório". Ao final, a mulher de Bethurum acabou pedindo o divórcio pelo ciúme excessivo.
Contudo, Rhanes, sempre segundo o contatado, regressou em 1955 e enfatizou que ela e todos de seu planeta sempre insistiram em viver e predicar os sagrados valores do Matrimônio, da unidade da família e da fidelidade. Isso é muito interessante para o estudioso gnóstico, visto que, segundo a Gnose, o fundamento para a regeneração da espécie humana é justamente o Matrimônio Perfeito e o uso de uma sexualidade saudável, chamada Suprassexualidade.
Em seu primeiro livro, Aboard a Flying Saucer (A Bordo de um Disco Voador, de 1954, pela Los Angeles publishers DeVorss & Company), Bethurum disse que a capitã de Clarion era uma mulher absolutamente humana e isso ele provou quando a convidou para tomarem suco de laranja em um restaurante e ninguém olhou para ela, pois suas características físicas são idênticas às das pessoas da Terra.
Esses seres, explicou o contatado, procedem de um "planeta gêmeo" (ou seja, com muitas características semelhantes ao nosso). O interessante é que o Comitê Científico dos Estados Unidos, presidido pelo doutor Edward Condon, físico da Universidade do Colorado, teve o trabalho de dedicar duas páginas para "provar" que o Caso Clarion não existia.
Bethurum deu mais detalhes de suas aventuras espaciais e a mensagem cósmica que recebeu em vários livros sucessivos. Entre eles, I Was Inside Flying Saucer (1953), Facing Reality (1959), The Voice of the Planet Clarion (1961), People of the Planet Clarion (1970) e, finalmente, suas reflexões interessantíssimas em Truman Bethurum's Personal Scrapbook (1982). Infelizmente, nem um único de seus livros foi traduzido ao português.
E o mais interessante de tudo é que muitos anos depois, outro contatado, desta vez italiano, divulgou algumas fotos dos extraterrestres de Clarion, as quais foram reveladas somente dez anos após serem tiradas, a pedido dos mesmos, por questão de segurança (pois muitos desses irmãos do Cosmo ainda andam entre nós, cumprindo com a Grande Obra de ajudar a humanidade doente da Terra).

 
 
 
 
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