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NASA apagou evidências de fotos das missões lunares
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Um ex-consultor da NASA declarou ter visto a equipe da agência espacial estadunidense editar imagens da Lua, removendo os OVNIs e outras anomalias, antes delas serem liberadas ao público.

O Dr. Ken Johnston Sr. foi um consultor empregado pela Brown & Root no Laboratório de Recebimento Lunar, do Centro Espacial Johnson da NASA, em 1971. Ele trabalhava catalogando e armazenando as imagens das missões Apolo, bem como rochas lunares.

Um importante aspecto de seu trabalho era o de embalar e enviar amostras lunares para os laboratórios. Foi durante este período que ele diz ter visto técnicos em fotografia da NASA pintarem por cima dos detalhes de anomalias e OVNIs nas fotos da Lua que foram tiradas durantes as missões Apolo. Ele também diz que estava ciente a respeito de outras anomalias entre as fotos originais e filmes, as quais ele havia observado em primeira mão, contra aquilo que foi catalogado ou disponibilizado a público.

Johnston fez as extraordinárias alegações ao doar fotos e materiais de pesquisa para o Museu Internacional e Centro de Pesquisa OVNI em Roswell. O museu possui uma das maiores coleções de materiais relacionados aos OVNIs e alienígenas no mundo.

Ken Johnston, que escreveu três livro da série "Ken Moon" sobre este assunto, agora faz palestras nas convenções sobre o fenômeno.

Sua mais chocante alegação foi a de que oficiais da NASA teriam ordenado a ele para destruir cinco jogos de fotos das missões lunares. Ele diz que argumentou com eles para que as fotos fossem, ao invés de destruídas, doadas para universidades ou instituições de pesquisa, mas não foi escutado.

Contudo, ele diz que ficou com algumas das imagens, as quais ele sugere que mostram evidências de objetos não explicáveis, e até mesmo prédios e estruturas na Lua.
Desde então Johnston deu início a controvérsias, alegando ter sido despedido pela agência espacial por ter começado a delatar sobre as imagens.

Ele confirmou que, na década de 1970, os astronautas da NASA viram e registraram "vestígios de construções da antiguidade" na lua, e fotografaram algumas das evidências tecnológicas encontradas na superfície. Após os astronautas trazerem de volta as imagens para a Terra, elas foram entregues a Johsnton, responsável pela conservação das imagens. Embora alguns oficiais tenham ordenado Johnston a destruir as imagens, ele as manteve em segredo. Quase quarenta anos depois, Johnston decidiu publicar estas fotos. Ele acusou a NASA de editar as fotos originais da Lua e as substituírem com imagens falsas, com as estruturas lunares sendo apagadas.

Os astronautas da missão Apolo até mesmo teriam trazido evidências de tecnologia extraterrestre, avanços que têm sido incorporados e são usados por países, tais como os Estados Unidos, a Rússia, a China, a Índia e o Japão. Os astronautas dos Estados Unidos trouxeram de volta da Lua clara evidência de estruturas e itens.

Johnston acredita que uma nova fase de esforços obterão resultados e, diferentemente da competição política com a Rússia há 50 anos, estes resultados decidirão o destino de cada ser humano na Terra. Ele declarou claramente que, além da verdade escondida na Lua, há várias peças de evidências que apontam à existência de vida em Marte.

 
 
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