Café com Ufos
 
Livros - Lançamentos e Dicas de Leitura
 
Entrevistas com Autores
 
Fotos de OVNIs
 
Casos Ufológicos
 
Galeria de Fotos
 
Vídeos Ufológicos
 
 
 
Clima
 
Astrônomos afirmam que existem mais buracos negros do que imaginavam
* Clique na imagem, para ampliá-la.

(FOTO: R. HURT/CALTECH-JPL)

 

Pesquisadores divulgaram um estudo, na Nature, afirmando que o universo pode ter mais buracos negros do que pensávamos. E, em breve, poderemos detectar mais de mil fusões destes gigantes por ano, com a próxima geração de detectores de ondas gravitacionais, que serão mais sensíveis do que Observatório de Ondas Gravitacionaispor Interferômetro Laser (LIGO) , o responsável por detectar as primeiras fusões.

Considerando que até agora só conseguimos detectar as ondas por duas vezes , essa é uma notícia animadora para a comunidade científica , uma vez que os dados gerados podem dar explicações sobre a origem e a composição do universo - lembrando que conhecemos apenas 4% dele.

"O universo não é o mesmo em todos os lugares", afirma o co-autor do estudo Richard O'Shaughnessy , do Instituto Rochester de Tecnologia. "Alguns lugares produzem mais buracos negros binários do que outros. Nosso estudo leva essas diferenças em consideração."

Para chegar à conclusão, os pesquisadores desenvolveram um complexo modelo matemático do cosmo. Ninguém sabe ainda se ele está correto, mas, como o modelo previu a primeira detecção de ondas gravitacionais, as chances são grandes. Além disso, os cientistas do LIGO também sugerem a existência de muitas outras colisões de buracos negros a serem descobertas.

A questão é que o tipo de buraco negro que produz ondas como as que foram detectadas é diferente da maioria dos outros buracos negros. Eles são bem maiores do que o normal, porque foram formados a partir de estrelas que têm massa até 100 vezes maior do que o nosso Sol. Ou seja, eles são monstruosos e gigantescos até para os padrões dos buracos negros. E, apesar das colisões não afetarem suas posições, elas influenciam a órbita dos buracos menores que estão por perto.

Segundo O'Shaughnessy, o LIGO não vai conseguir fazer mil detecções por ano, mas eles estão otimistas porque os próximos instrumentos desenvolvidos vão ser mais potentes e poderão nos ajudar a chegar mais perto de resolver os mistérios do universo.

 
 
+ Notícias
 
 
grafitecom@gmail.com | (51) 3249.3700 – 99924.5300