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Objeto anômalo artificial é fotografado junto a asteróide
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Desde o seu lançamento no dia 9 de março de 2003, a sonda espacial japonesa Hayabusa completou vários voos interplanetários, cobrindo um total de 2 bilhões de quilômetros, chegando até um asteroide conhecido como Itokawa, ou mais precisamente, 25143 Itokawa, em 12 de setembro de 2005.

A sonda realizou inúmeras observações científicas do asteroide desde então. No entanto, o surpreendente em relação a esta nova pesquisa é o que foi encontrado nas novas imagens desse corpo espacial. Parece que durante as mais recentes fotos, algo excepcional foi visto, que claramente não se trata de nenhum resíduo espacial normal. Este objeto misterioso, agora "estacionado" na frente do asteroide, parece muito com um satélite artificial.

O enorme objeto esférico, que mostra três protuberâncias similares a antenas, parece ter pousado na área conhecida como deserto de Woomera. O mais interessante é que ele não estava lá nas fotos anteriores do asteroide.

O Itokawa é um asteroide que passa próximo de Marte e, curiosamente, foi o primeiro asteroide a ser alvo de uma missão de retorno de amostra por uma nação espacial e ainda é o menor asteróide já fotografado. Ele descoberto em 1998 pelo projeto LINEAR, no entanto, em agosto de 2003, foi oficialmente batizado com o nome atual para homenagear Hideo Itokawa, um cientista espacial japonês.

O objeto encontrado recentemente em fotos não possui uma formação normal. Ele não só não parece natural, mas também apresenta um desenho simétrico, semelhante aos nossos satélites.

Teria este pequeno asteroide sido escolhido para o primeiro grande programa exploratório, acima de todos os outros asteroides, porque os japoneses sabiam algo mais?

Deixando um pouco de lado o fato desse espantoso objeto ter aparecida nessa foto, o que em si é algo extremamente interessante, quando vejo asteroides como este, de formato um tanto estranho para ser algo natural, lembro dos navios nos mares da Terra, cujos cascos, se não forem limpados constantemente, agregam algo chamado de craca, o que, sem o devido cuidado, pode finalmente tomar conta de toda a área que está em contato com a água, tornando esses cascos irreconhecíveis.

E isto me leva à pergunta: Será que uma nave espacial, se for abandonada no espaço por bilhões de anos, pela simples eletrostática ou minúscula força gravitacional de cada elemento, não juntaria em sua fuselagem poeira e rochas espaciais, tornando-a irreconhecível? Será que este não é o caso de algumas dessas rochas espaciais de formato anômalo?

 

Fonte: site OVNI Hoje

 
 
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