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Objeto interestelar visto passando pelo Sistema Solar
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Astrônomos ainda não conseguiram identificar a origem e a natureza do artefato.

 

Um objeto de fora do Sistema Solar foi visto pela primeira vez passando pela nossa vizinhança astronômica. O A/2017 U1 é o primeiro artefato interestelar (identificado) que passou pelo nosso Sistema, próximo ao Sol.

A descoberta foi feita graças ao telescópio Pan-STARRS 1, situado no Havaí, e já era esperada há décadas pelos astrônomos. "Há muito tempo tem sido teorizado que tais objetos existem - asteroides ou cometas que se movem entre as estrelas e, ocasionalmente, passam pelo nosso Sistema Solar -, mas essa é a primeira detecção desse tipo", afirmou Paul Chodas, especialista da NASA, em declaração. "Até agora, tudo indica que esse é provavelmente um objeto interestelar, mas mais dados ajudarão a confirmar."

O artefato chegou à nossa vizinhança com uma velocidade aproximada de 24 quilômetros por segundo, o que levou os cientistas a pensarem que ele poderia ser um cometa. Entretanto, a ausência da "cauda" características desses objetos levou os astrônomos a refutarem a ideia.

Cálculos mostram que o A/2017 U1 passou perto do Sol e chegou a entrar na órbita de Mercúrio no início de setembro de 2017, alcançando a proximidade máxima à Terra em meados de outubro.

A velocidade do artefato interestelar está aumentando (43 km/s) e, por isso, está ficando mais difícil para os especialistas estudá-lo. "Nós ainda podemos usar grandes telescópios para rastrear sua posição por um mês ou talvez dois. O objeto já pode estar muito longe para a caracterização física e medir seu tamanho, massa ou composição", alega Davide Farnocchia, também da agência espacial americana, ao PopSci.

Até agora as observações se alinham com pesquisas sobre objetos do tipo feitas anteriormente, mas os cientistas continuarão estudando o fenômeno: "Observar objetos interestelares em nosso sistema solar significa que estamos investigando a dinâmica e a formação de outros sistemas solares. Se esses objetos estão sendo expulsos de seus sistemas domésticos e vindo para os nossos, podemos aprender sobre os históricos de formação de seus sistema", argumenta Bonnie Meinke, vice-cientista do projeto do telescópio espacial James Webb.

 
 
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