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Os primeiros sete anos da reencarnação do espírito
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O período inicial da reencarnação do Espírito é decisivo na formação do seu caráter e da sua personalidade porque, nesse período da primeira infância, o Espírito "é mais acessível às impressões que recebe e que podem auxiliar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados de educá-lo."[1]. Os Espíritos Superiores ainda esclarecem, em "O Livro dos Espíritos", à questão 380, que a fase de perturbação que acompanha a encarnação do Espírito não cessa de súbito por ocasião do nascimento, mas que gradualmente se dissipa, com o desenvolvimento dos órgãos.

André Luiz [2], elucidando o processo reencarnatório, esclarece que até os sete anos de idade, o Espírito passa por uma fase de semi-inconsciência no ambiente fluídico dos pais. Em outra obra, "Missionários da Luz"[3], André Luiz esclarece que um colaborador espiritual é designado para acompanhar a reencarnação do Espírito "até que ele atinja os sete anos, após o renascimento, ocasião em que o processo reencarnacionista estará consolidado. Depois desse período, a sua tarefa de amigo e orientador será amenizada, visto que seguirá o nosso irmão em sentido mais distante." E ainda nesta mesma obra, o mentor Alexandre esclarece André Luiz: "Você não ignora que o corpo humano tem as suas atividades propriamente vegetativas, mas talvez ainda não saiba que o corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue. Na organização fetal, o patrimônio sanguíneo é uma dádiva do organismo materno. Logo após o renascimento, inicia-se o período de assimilação diferente das energias orgânicas, em que o «eu» reencarnado ensaia a consolidação de suas novas experiências e, somente aos sete anos de vida comum, começa a presidir, por si mesmo, ao processo de formação do sangue, elemento básico de equilíbrio ao corpo perispirítico ou forma preexistente, no novo serviço iniciado."

Na obra "Aspectos Mediúnicos" [4], de Daniel Hoeltz, há a explicação dos quatro períodos de ação da glândula pineal sobre o indivíduo. E a primeira fase, também chamada de período de sono, se apresenta "até os sete anos de idade, (quando) adormece na função psíquica para que o Ser absorva todas as informações provenientes da educação e do meio (social e cultural) quando o indivíduo vive, então, em experiências inovadoras e anímicas sem a análise crítica de seus conteúdos existenciais."

A Ciência [5] considera que o desenvolvimento do sistema nervoso humano só está concluído por volta dos sete anos de idade. Elizabeth Kübler Ross ainda conclui que, nesta dimensão do desenvolvimento humano, chamada intelectual ou mental, o ser está apto a compreender a si mesmo e ao mundo.

A formação dos caracteres, segundo o Codificador, depende da educação moral. Ainda em "O Livro dos Espíritos" [6], Allan Kardec, comentando a questão 917, esclarece: "Bem entendida, a educação constitui a chave do progresso moral. Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a de manejar as inteligências, poder-se-ão endireitá-los, como se faz com as plantas novas. Mas essa arte exige muito tato, muita experiência e profunda observação. É grave erro acreditar que baste o conhecimento da Ciência para exercê-la com proveito. Quem quer que acompanhe o filho do rico, assim como o do pobre, desde o instante do nascimento, e observar todas as influências perniciosas que atuam sobre eles, em consequência da fraqueza, da incúria e da ignorância dos que os dirigem, e como falham quase sempre os meios empregados para moralizá-los, não poderá admirar-se de encontrar tantas imperfeições no mundo. Faça-se com o moral o que se faz com a inteligência e ver-se-á que, se há naturezas refratárias, também há, em maior número do que se pensa, as que apenas reclamam boa cultura para produzir bons frutos."

Nesse sentido, destaca-se a importância da missão dos pais e da Evangelização Infantil. Bezerra de Menezes [7], em mensagem mediúnica, corroborando o pensamento de Kardec, elucida que: "(...) é imprescindível abracemos, com empenho e afinco, a tarefa da evangelização junto às almas infanto-juvenis, tão carentes de amor e sabedoria, porém, receptivas e propícias aos novos ensinamentos. (...) É forçoso reconhecer que Espiritismo sem aprimoramento moral, sem evangelização do homem é como um templo sem luz."

Referências:
1.KARDEC, Allan. "O Livro dos Espíritos". 66ª ed. Rio de Janeiro: RJ, FEB: 1987. Questão 383.
2.XAVIER, Francisco Cândido. "E a Vida Continua". Pelo Espírito André Luiz. 24ª ed. Rio de Janeiro: RJ, FEB, 1998. Capítulo 11.
3.XAVIER, Francisco Cândido. "Missionários da Luz". Pelo Espírito André Luiz. 25ª ed. Rio de Janeiro: RJ, FEB, 1994. Capítulo 13.
4.HOELTZ, Daniel. "Aspectos Mediúnicos". Porto Alegre, RS: Ed. do Autor, 2006, capítulo 7.
5.ROSS, Elizabeth Kübler. "Morte, Estágio Final da Evolução." Rio de Janeiro, RJ: Nova Era, 1996.
6.KARDEC, Allan. "O Livro dos Espíritos". 66ª ed. Rio de Janeiro: RJ, FEB: 1987. Questão 917.
7.FEB. "Opúsculo A Evangelização Espírita na Opinião dos Espíritos". Espírito Bezerra de Menezes através do médium Júlio Cezar Grandi Ribeiro. Disponível em http://www.febnet.org.br/site/estudos.php?SecPad=39&Sec=67. Acesso em 20.09.2009.

 

Fonte: www.licoesdosespiritos.com.br

 
 
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