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Casos Ufológicos

O Caso Antônio Villas-Boas

 

O famosíssimo caso ufológico Antônio Villas-Boas é muito especial para os estudantes gnósticos porque ele é relatado pelo próprio V.M. Samael em suas conferências e textos sobre Vida Extraterrestre e Origem Extraterrestre da Humanidade. Com este caso, o VM Samael afirma que estão ocorrendo fantásticos experimentos genéticos e experiências sexuais entre seres de nosso planeta Terra com extraterrestres… Qual a finalidade dessas experiências?

 

Segundo o gnosticismo moderno, tais experiências se devem à necessidade de um aperfeiçoamento genético e espiritual de nossa humanidade, para que a futura Raça que povoará o planeta seja melhor, mais resistente e mais espiritualizada.

A próxima Raça, chamada de Khoradi, nascerá da mistura entre o que há de melhor dos terrícolas com os extraterrestres.

 

UM DOS MAIS ESPANTOSOS RELATOS SOBRE SEQUESTRO DE SERES HUMANOS POR CRIATURAS EXTRATERRESTRES; CONTATO IMEDIATO DE QUINTO GRAU, OU CE5 – FOI MANTIDO EM SEGREDO POR MUITO TEMPO: APROXIMADAMENTE OITO ANOS.

Isso aconteceu porque os pesquisadores que entrevistaram o sequestrado pela primeira vez consideraram desaconselhável a divulgação do fato. Os relatórios iniciais foram cuidadosamente redigidos, de modo a manter o anonimato da pessoa envolvida.

Assim, durante muito tempo, o seqüestrado ficou conhecido apenas pelas inicias A.V.B. As primeiras informações sobre esse surpreendente caso surgiram em fins de 1957. Na época, o jornalista brasileiro João Martins publicava, na revista O Cruzeiro, uma série de matérias sobre discos voadores.

 

Tendo convidado seus leitores a lhe enviarem narrativas de casos que tivessem testemunhado, João Martins recebeu, entre inúmeras outras, a carta de um jovem agricultor que morava próximo à pequena cidade de São Francisco de Sales, em Minas Gerais.

 

O agricultor narrava uma história tão extraordinária que João Martins resolveu enviar-lhe ajuda financeira para que fizesse a longa viagem até o Rio de Janeiro, onde poderia relatar com mais detalhes o ocorrido.

 

Assim, em 22 de fevereiro de 1958, no consultório do médico Olavo T. Fontes, conhecido do jornalista, teve início uma longa investigação científica, que surpreenderia os círculos

especializados em ufologia. A história revelada mostrou-se tão espantosa que os investigadores decidiram conservá-la em segredo.

 

Estavam preocupados em evitar que narrativas semelhantes surgissem por influência do caso de A.V.B., se o relato fosse amplamente divulgado. Se isso ocorresse, a própria experiência do jovem agricultor poderia ficar invalidada. Apesar de todas as precauções, no entanto, parte do relato veio a ser comentada.

A pessoa que tomou conhecimento do caso era um competente ufologista, o dr. Walter Bühler, que em 1961 começou a fazer pormenorizadas investigações por conta própria. O relatório Bühler apareceu depois como simples boletim informativo. Mas, traduzido por Gordon Creighton e enriquecido com comentários do editor, foi publicado na Flying Saucer Review (Revista dos Discos Voadores), em janeiro de 1965.

 

Pouco depois, o jornalista João Martins publicou sua própria versão do fato na edição em espanhol (não na edição em português, como seria de esperar) da revista brasileira O Cruzeiro.

 

Por fim, a história completa do caso, incluindo os resultados de vários relatórios clínicos, surgiu no livro Os humanoides, uma

coletânea de relatos de contatos de seres humanos com tripulantes de objetos voadores não identificados (óvnis), publicado em 1969.

 

Com isso, esclareceu-se de uma vez por todas a história, que havia sido considerada muito ousada para ser conhecida pelo grande público. Revelou-se também que A.V.B. era Antônio Villas-Boas, um lavrador mineiro de 23 anos.

Este caso ocorreu em outubro de 1957 e envolveu o jovem Antônio Villas-Boas, na fazenda de sua família, situada em São Francisco de Salles, Minas Gerais. A fazenda abrange campos extensos e muitas plantações. Para lavrar as terras, a família de Villas-Boas usa um trator com o qual trabalham em duas turmas, uma diurna e outra noturna.

 

De dia, trabalham os empregados da fazenda e à noite, por sua vez, o próprio Antônio Villas-Boas, sozinho ou acompanhado de seus irmãos, lavra as terras com o trator.

Tudo começou na noite de 5 de outubro de 1957. Naquela noite, a família de Antônio se recolheu para dormir por volta das 23 horas. Fazia bastante calor naquela noite e, por isso, Villas-Boas abriu a janela, que dá para o terreiro. Nesse momento, ele avistou uma luz brilhante, que iluminava todo a área.

Era uma luz bem mais clara do que a do luar e Villas-Boas não conseguiu distinguir sua procedência – apenas que vinha do alto como se um poderoso holofote estivesse direcionado para o chão.

 

Diante disso, Villas-Boas chamou seu irmão para mostrar o estranho fenômeno. Apesar do quadro inusitado, ambos não deram muita importância e fecharam a janela para dormir.

No entanto, aquela luz não saía da cabeça de Villas-Boas e, sentindo uma curiosidade imensa, tornou a levantar-se e abriu a janela para ver o que se passava lá fora. A luz continuava inalterada, no mesmo lugar. Villas-Boas ficou com o olhar fixo naquela luz quando, de repente, a mesma se deslocou para perto de sua janela.

 

Assustado, Villas-Boas fechou a janela com tanta força que acordou seu irmão e, dentro do quarto escuro, ambos acompanhavam a luz que entrava pelas venezianas da janela.

Logo em seguida, a luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.

 

Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21h30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Villas-Boas trabalhava com o trator em companhia de outro irmão. De repente, eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer suas vistas.

 

Segundo o depoimento de Villas-Boas, a luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Ela era de um vermelho claro e iluminou uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro daquela luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois suas vistas ficavam totalmente ofuscada.

 

Curioso, Villas-Boas foi em direção da luz para ver o que era, porém, assim que se aproximou, ela se deslocou repentinamente e velozmente para a ponta sul do campo, onde ficou novamente parada. Villas-Boas correu atrás da luz, que então, tornou a voltar para onde estava antes.

 

Finalmente, Villas-Boas desiste de tentar chegar na luz e volta para junto de seu irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância; ela parecia emitir raios intermitentes, em todas as direções. Em seguida, desapareceu tão repentinamente, que deu a impressão que ela simplesmente “se apagou”.

 

Na noite do dia seguinte, 15 de outubro, Villas-Boas trabalhou sozinho com o trator. Era uma noite fria e o céu noturno estava claro e estrelado. Por volta da 1 hora da madrugada, Villas-Boas viu uma estrela vermelha. No entanto, logo percebeu que não se tratava de uma estrela, pois aumentava progressivamente de tamanho e parecia se aproximar velozmente dele.

 

Dentro de alguns poucos instantes, a estrela se revelou um objeto brilhante, com o formato de um ovo, que se dirigia na direção de Villas-Boas com uma velocidade incrível.

 

Sua aproximação era tão veloz que já estava sobre o trator antes de Villas-Boas ter qualquer reação. De repente, o objeto parou a uma altura estimada pelo protagonista como em torno de uns 50 metros, e bem acima de sua cabeça. O trator e o campo ficaram iluminados como se fosse de dia.

 

Essa situação durou uns dois minutos e Villas-Boas, hesitante, sem saber o que fazer, ficou paralisado. Finalmente, a luz tornou a se deslocar e parou a uns 10 a 15 metros à frente de seu trator, para então, lentamente, pousar no solo.

 

Nesse momento, já era possível distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos, um no meio e um de cada lado; eram picos metálicos, de ponta fina e base larga.

 

Villas-Boas não pôde distinguir sua cor por causa da forte luz vermelha que o objeto emitia. Em cima havia algo girando a alta velocidade que, por sua vez, emitia uma luz vermelha fluorescente.

 

De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deles saíram três suportes metálicos… e isso aterrorizou totalmente Villas-Boas, que via que algo iminente iria acontecer com ele. Não disposto a esperar para ver do que se tratava, Villas-Boas pôs o pé no acelerador, desviou-o do objeto voador e tentou escapar; porém, após avançar alguns metros, o motor parou e os faróis se apagaram.

 

Aterrorizado, ele tentou dar a partida, mas o motor não pegou mais. Em vista disso, Villas-Boas pulou do trator, que estava atrás do objeto, e correu desesperadamente. Porém, um minúsculo ser estranho, que mal chegava a altura dos seus ombros, pegou em seu braço.

 

Chocado, Villas-Boas aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente, tentou correr quando, instantaneamente, três outros seres alienígenas pegaram-me por trás e pelos lados, segurando seus braços e pernas. Villas-Boas perdeu o equilíbrio e acabou ficando totalmente dominado pelas criaturas. Os seres o levantaram do solo, sem que ele pudesse esboçar sequer o menor gesto.

 

Tomado pelo mais completo desespero, Villas-Boas tentou se livrar dos alienígenas, mas os seres o seguravam firme e não deixaram que ele conseguisse escapar. Nesse momento, Villas-Boas gritou por socorro e xingou as criaturas exigindo que o soltassem – mas nada adiantou.

 

Os alienígenas levaram, então, para sua nave que estava pousada sobre suportes metálicos. Na parte traseira do objeto voador havia uma porta, que se abria de cima para baixo, e, assim, servia de rampa. Na sua ponta havia uma escada de metal, do mesmo metal prateado das paredes da máquina, e que descia até o solo.

 

Os alienígenas estavam com a situação completamente dominada e só tiveram dificuldade em fazer Villas-Boas subir pela escada, que só dava para duas pessoas, uma ao lado da

outra – e não era firme, mas móvel, balançando fortemente a cada uma das tentativas de Villas-Boas se livrar dos seus raptores.

De cada lado havia um corrimão, com a espessura de um cabo de vassoura, no qual Villas-Boas agarrou para não ser levado para cima – o que fez com que os alienígenas tivessem de parar, a fim de desprender à força as suas mãos do corrimão.

 

Por fim, os alienígenas conseguiram arrancar as mãos de Villas-Boas do corrimão e levá-lo para o interior da nave. Logo em seguida, deixaram Villas-Boas em um pequeno recinto quadrado. A luz brilhante do teto metálico refletia-se nas paredes de metal polido – era emitida por numerosas lâmpadas quadradas, embutidas debaixo do teto, ao redor da sala. Logo em seguida, a porta de entrada, junto com a escada recolhida, levantou-se e se fechou.

 

O que impressionou Villas-Boas é que, uma vez a porta fechada, ela se integrava à parede de tal forma que era impossível percebê-la. Um dos cinco seres presentes apontou com a mão para uma porta aberta e fez Villas-Boas compreender que deveria segui-lo para aquele recinto. Cans

vendo que não tinha qualquer outra alternativa, Villas-Boas obedeceu à criatura.

 

Dentro desse recinto, os únicos móveis existentes eram uma mesa de desenho esquisita e várias cadeiras giratórias, parecidas com as nossas cadeiras de balcão de bar. Todos os objetos eram de metal. A mesa e as cadeiras tinham um só pé no centro.

 

Os seres alienígenas continuavam segurando firmemente Villas-Boas e pareciam conversar entre si numa linguagem completamente estranha e incompreensível – pareciam estar discutindo. Quando finalmente deu a entender que os alienígenas tinham chegado a uma decisão, os cinco pararam de falar entre si e começaram a tirar as roupas de Villas-Boas.

 

Claro que Villas-Boas não gostou nada da ideia de ficar nu e, então, reagindo, começou a tentar se defender de todas as formas, inclusive debatendo-se, gritando e xingando os seres.

Não adiantou: Villas-Boas ficou completamente nu. Um dos alienígenas se aproxima de Villas-Boas segurando algo que parecia ser uma espécie de esponja, com a qual passou um líquido em todo o seu corpo. Era uma esponja bem macia e o líquido era bem claro e inodoro, porém mais viscoso do que a água.

 

Primeiro, Villas-Boas pensou que fosse um óleo, mas chegou à conclusão que não era porque a sua pele não ficou oleosa, nem gordurosa. Quando passaram aquele líquido no corpo de Villas-Boas, ele sentiu um frio intenso, e tremeu muito; no entanto, logo o líquido secou e Villas-Boas já não sentia mais nada.

 

Então, três dos alienígenas levaram Villas-Boas para a porta, do lado oposto daquela pela qual eles haviam entrado no interior da nave. Um deles tocou em algo bem no centro da porta, que, em seguida, se abriu para os dois lados, como uma porta de encaixar, de bar, feita de uma só folha, do piso ao teto.

 

Em cima, havia uma espécie de inscrição com letreiros luminosos, vermelhos; os efeitos da luz deixaram aqueles letreiros salientes, destacados da porta em um ou dois centímetros. Eram totalmente diferentes de quaisquer dos símbolos ou caracteres conhecidos. Villas-Boas tentou gravá-los em sua memória, mas não conseguiu.

 

Em companhia de dois seres alienígenas, Antônio Villas-Boas ingressou em uma pequena sala quadrada, iluminada como os demais recintos, e a porta foi fechada atrás deles. De repente, a parede tornou a se abrir e pela porta entraram mais dois seres;

levavam nas mãos dois tubos de borracha vermelha, bastante grossos, cada um medindo mais de um metro.

 

Uma das pontas do tubo estava ligada a um recipiente de vidro em forma de taça; na outra ponta havia uma peça de embocadura, parecida com uma ventosa, que colocaram sobre a pele, debaixo do queixo. Antes do alienígena iniciar sua operação, comprimiu o tubo de borracha fortemente com a mão, como se dele quisesse expelir todo o ar.

 

Logo no início, Villas-Boas não sentiu dores, nem comichão, mas notou apenas que sua pele estava sendo sugada. Em seguida, Villas-Boas sentiu uma ardência e teve vontade de coçar no local. Neste momento a taça se encheu lentamente de sangue até a metade. Logo em seguida, retiraram o tubo de borracha e substituíram-no por outro.

 

Novamente Villas-Boas sofre nova sangria, só que desta vez no outro lado do queixo. Nessa segunda sangria, os alienígenas encheram a taça de sangue. Terminada a operação de retirada de sangue, os alienígenas saíram do recinto e deixaram Villas-Boas sozinho.

 

Por mais de meia hora, Antônio Villas-Boas ficou a sós na sala. Segundo seus depoimentos, não havia móveis, exceto uma espécie de cama, sem cabeceira ou moldura. Como estava se sentido cansado, Villas-Boas sentou-se naquela cama.

 

No mesmo instante, começou a sentir um odor forte, estranho e que lhe causou náuseas. Villas-Boas teve a impressão de estar inalando uma fumaça grossa, cortante, que o deixou quase asfixiado.

 

Talvez fosse isso mesmo que estivesse acontecendo, pois, quando examinou a parede da sala com mais atenção, notou uma quantidade de pequenos tubos metálicos embutidos na parede, à altura da sua cabeça. Semelhantes a um chuveiro, os tubos apresentavam múltiplos furinhos, pelos quais saía uma fumaça cinzenta, que se dissolveu no ar.

 

Villas-Boas estava preso na sala e os alienígenas estavam aplicando um gás lá. Sentindo-se bastante mal e com ânsias de vômito, Villas-Boas foi para um canto da sala e acabou vomitando. Em seguida, pôde respirar sem dificuldades, porém continuava a se sentir mal com aquele cheiro.

 

Até aquele momento, Antônio Villas-Boas não tinha a menor noção de qual era a aparência dos alienígenas que o haviam raptado. Os cinco usavam macacões bem colantes, de um tecido grosso, cinzento, muito macio, e, em alguns pontos, colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete de mesma cor, mas de material mais consistente, reforçado atrás, com estreitas tiras de metal.

 

Esse capacete cobria toda a cabeça deixando à mostra somente os olhos que Villas-Boas pôde distinguir através de algo parecido com um par de óculos redondos. Acima dos olhos, o capacete tinha duas vezes a altura de uma testa normal.

A partir do meio da cabeça, descendo pelas costas e entrando no macacão, à altura das costelas, Villas-Boas notou três tubos redondos prateados, dos quais não soube dizer se eram de borracha ou metal.

 

O tubo central descia pela coluna vertebral; à esquerda e à direita desciam os dois outros tubos, até uns 10 centímetros abaixo das axilas. As mangas do macacão eram estreitas e compridas; os punhos continuavam em luvas grossas, de cinco dedos, da mesma cor. Nenhum dos macacões tinha bolsos ou botões.

 

As calças eram compridas e colantes e continuavam numa espécie de botas. Todavia, a sola dos sapatos deles era de quatro a sete centímetros de espessura. Eram bem diferente dos nossos sapatos. Nas pontas, os sapatos eram levemente encurvados para cima.

 

Depois de passado um longo tempo que Villas-Boas não soube precisar, começou um ruído na direção da porta. Villas-Boas virou-se naquela direção e deparou-se com uma moça aproximando-se lentamente. Estava totalmente nua e descalça. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina – como que esbranquiçados – e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro.

 

Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis, amendoados. Seu nariz era reto. Os ossos da face, muitos altos, conferiam às suas feições uma aparência heterogênea, deixando o rosto bem largo e com o queixo pontudo, que ficava quase triangular. Tinha os lábios finos, pouco marcados, e suas orelhas eram exatamente como a de nossas mulheres terrestres.

 

Tinha um corpo lindo, segundo Villas-Boas, e com os seios bem formados, firmes e altos. Sua cintura era fina. Os seus quadris eram largos, as coxas compridas, os pés pequenos, as mãos finas

e as unhas normais. Ela era de estatura bem baixa – mal chegava nos ombros de Villas-Boas.

 

Essa alienígena se aproximou de Villas-Boas, em silêncio, e fitou-lhe com seus olhos grandes – não deixando dúvidas para com suas intenções. De repente, ela abraçou Villas-Boas e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta tornou a se fechar e Villas-Boas ficou a sós com aquela alienígena.

 

Considerando a situação em que se encontrava, isso parece um tanto improvável. Mas Villas-Boas acredita que a excitação pode ter sido resultado do líquido que passaram por todo o seu corpo. De qualquer forma, Villas-Boas não conseguiu mais refrear seu apetite sexual – acabaram tendo várias relações sexuais.

 

Depois, a alienígena ficou cansada e começou a respirar ofegante. Segundo Villas-Boas, ele ainda estava excitadíssimo – o que demonstra que não era um estado de excitação sexual comum e natural. Antônio até tentou praticar mais sexp, mas ela recusou continuar com o ato. No momento da recusa, Villas-Boas se sentiu mal: ele percebeu que queriam ele apenas como um reprodutor para algum tipo de experiência.

Apesar disso, segundo seu próprio depoimento, ele tomou o cuidado para não deixar que percebessem a sua irritação; afinal, ele se encontrava nu, num lugar estranho, com seres estranhos, completamente sem chance de fuga e, sendo assim, não seria muito prudente e inteligente demonstrar qualquer tipo de hostilidade.

 

Pouco depois de seus corpos terem se separado, a porta se abriu e um dos alienígenas chamou a moça. Antes de sair da sala, ela virou-se para Antônio Villas-Boas e apontou, primeiro, para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Villas-Boas e, por último, para o alto – como se quisesse dizer que Villas-Boas iria ser pai de uma criança que irá viver no espaço.

 

Logo em seguida, um dos alienígenas voltou com a roupa de Villas-Boas e ele, por sua vez, se vestiu imediatamente. Segundo Villas-Boas, os alienígenas lhe devolveram tudo, menos um isqueiro que tinha em um dos bolsos – apesar de cogitar a possibilidade de que ele possa ter caído no chão no momento da luta na hora que o estavam capturando.

Quando Villas-Boas terminou de se vestir, os alienígenas o levaram de volta para o mesmo recinto que estava antes de ter entrado naquela sala.

 

Chegando lá, três dos tripulantes estavam sentados nas cadeiras giratórias, conversando um com o outro. Aquele que veio buscar Villas-Boas juntou-se a eles e deixaram-no sozinho. Enquanto eles falavam entre si, Villas-Boas tentou gravar na memória todos os detalhes ao seu redor e observava minuciosamente tudo quanto ali se passava.

 

Assim, reparou que dentro de uma caixa com tampa de vidro que estava sobre uma mesa havia um disco parecido com um mostrador de relógio; havia um ponteiro e, no lugar dos números 3, 6 e 9, uma marcação negra. Somente no lugar em que normalmente está o número 12, havia quatro pequenos símbolos negros, um do lado do outro.

 

Naquele momento, já bem mais calmo, Antônio Villas-Boas teve a ideia de pegar aquela coisa e levá-la consigo – a título de ter uma prova concreta de sua inacreditável aventura de abdução.

Imaginando que se os extraterrestres percebessem seu interesse por aquele objeto, talvez acabassem presenteando-o com o mesmo, tratou de se aproximar dele, aos poucos, e, quando os

seres não olhavam, puxou-o da mesa com as duas mãos. Villas-Boas estimou que aquele objeto pesava, pelo menos, uns dois quilos.

 

Porém, os alienígenas não deram tempo para que Villas-Boas olhasse o objeto de mais perto; pois, com a rapidez de um raio, um dos seres acabou empurrando Villas-Boas para o lado, tirou a caixa de suas mãos e, aparentemente ríspido, tornou a colocá-la no lugar. Intimidado com a ação do alienígena, Villas-Boas recuou até a parede mais próxima e ficou parado, imóvel.

 

Enfim, depois de vários minutos, um dos alienígenas se levantou e fez um sinal para que Villas-Boas o seguisse. Assim, atravessaram a pequena antessala até a porta de entrada, já aberta e com a escada descida. No entanto, ainda não desceram, mas o ser fez Villas-Boas compreender que devia acompanhá-lo até a rampa que havia em ambos os lados da porta.

 

Ela era estreita, mas permitiu dar uma volta completa ao redor da nave. Primeiro foram para a frente e lá Villas-Boas viu uma protuberância metálica sobressaindo da nave. Na parte oposta havia essa mesma protuberância.

Em frente, o alienígena apontou para os picos de metal. Os três estavam firmemente ligados à nave, a do meio, diretamente com a parte dianteira. As três esporas tinham a mesma forma, base larga, diminuindo para uma ponta fina e sobressaindo horizontalmente.

 

Elas brilhavam como metal incandescente, mas não irradiavam nenhum calor. Um pouco acima das esporas metálicas havia luzes vermelhas; as duas laterais eram pequenas e redondas, ao passo que a da parte dianteira era enorme. Eram os possantes faróis. Acima da rampa, ao redor da nave, estavam dispostas inúmeras lâmpadas quadradas, embutidas no casco.

 

Seu brilho vermelho refletiu-se na rampa, a qual, por sua vez, terminava em uma grande placa de vidro grosso, que entrava fundo no revestimento de metal. Como não havia janelas em parte alguma, Villas-Boas julgou que aquela vidraça serviria para olhar para fora, mesmo que não desse boa visão, pois, visto de fora, o vidro parecia bastante turvo.

 

Após a vistoria da parte frontal da máquina, o alienígena levou Villas-Boas para a parte traseira (que apresentava uma curvatura bem mais pronunciada do que a da dianteira), mas, antes disso,

pararam mais uma vez, quando o alienígena apontou para cima, onde estava girando a imensa cúpula em forma de prato.

 

Ao girar lentamente, mergulhava numa luz esverdeada, cuja fonte não era possível detectar; simultaneamente, emitia um som parecido com assobio. Quando, mais tarde, a máquina decolou, as rotações da cúpula se aceleraram progressivamente, até desaparecer por completo, e, em seu lugar, permanecer apenas um brilho de luz vermelho clara.

 

Ao mesmo tempo, o ruído cresceu para um estrondoso uivar. Depois de ter mostrado toda a parte externa da nave para Villas-Boas, o alienígena o levou para a escada metálica e deu a entender que ele estava livre para ir embora.

 

Ele apontou primeiro para si próprio, depois para Villas-Boas e, finalmente, para o quadrante sul no céu. Em seguida, fez sinal de que ia recuar e desapareceu no interior da nave.

 

A escada metálica foi se recolhendo e a porta da nave se fecha. As luzes das esporas metálica do farol principal e da cúpula ficaram progressivamente mais intensas com o aumento das rotações. Lentamente, a máquina subiu, em uma linha vertical, recolhendo, ao mesmo tempo, seu trem de pouso.

 

O óvni subiu devagar, até uns 30 a 50 metros de altura; lá parou por alguns segundos, enquanto sua luminosidade se tornava mais intensa. O ruído de uivar tornou-se mais forte, a cúpula começou a girar com uma velocidade enorme, ao passo que sua luz foi se transformando progressivamente, até ficar vermelho clara.

 

Naquele instante, a nave inclinou-se ligeiramente para o lado, ouviu-se uma batida rítmica e, repentinamente, desviou-se para o sul, desaparecendo de vista uns poucos segundos depois. Finalmente, Villas-Boas voltou para o seu trator.

 

À 01h15 foi levado para o interior da nave alienígena e retornou somente às 5h30 da madrugada – por mais de quatro horas ficou sob tutela dos seres alienígenas.

À 01h15 foi levado para o interior da nave alienígena e retornou somente às 5h30 da madrugada – por mais de quatro horas ficou sob tutela dos seres alienígenas.

 

Com o passar do tempo, Villas-Boas formou-se em Direito, casou-se e teve quatro filhos.

Símbolos vistos por Villas-Boas dentro da nave

O Caso Artur Berlet

 

Planeta Acart impressionou Artur por sua beleza e desenvolvimento.

 

No dia 14 de maio de 1958, algo surpreendente, que posteriormente viraria um livro com centenas de páginas acontece. Artur Berlet, tratorista da Prefeitura de Sarandi, Rio Grande do Sul, regressava do interior do município, quando às 19 horas, ao passar pela fazenda do Dr. Dionisio Peretti, viu uma luz estranha no mato à beira da estrada a uns 200 metros de onde se encontrava.

 

Curioso, atravessou a cerca de arame para ver o que era aquilo e, chegando a três metros do foco, constatou que a claridade opaca provinha de um enorme objeto circular, de uns 30 metros de diâmetro, cuja forma lembrava duas bandejas, viradas uma contra a outra. Receoso, pensou em fugir, mas a curiosidade foi mais forte e ele se aproximou alguns passos.

 

Eis que subitamente, surgiram alguns vultos e um forte jato de luz atingiu-o, fazendo perder os sentidos. Ao recuperar a consciência, encontrava-se atado num leito tipo cama de hospital. Algumas pessoas se movimentavam aparentemente

alheias à sua presença. Eram altas, mais do que o normal na Terra, claras, cabelos cor de palha. “Procurei dirigir-me a elas em diversos idiomas. Umas me olharam indiferentes, outras sequer olhavam…”

 

Pouco depois, Berlet foi desamarrado por dois indivíduos que o levantaram e o levaram a outro compartimento, onde lhe vestiram uma capa comprida. Sempre amparado pelos flancos, porque ele se sentia muito fraco, os homens o conduziram através de várias salas até uma porta de saída. Surpreso, constatou que a nave estava pousada em solo firme, numa cidade estranha. Sentiu então, grande mal-estar. “Tive a impressão de que havia perdido metade de meu peso e, ao mesmo tempo, de que meus ombros haviam aumentado de volume.”

 

Amparado pelos dois tripulantes, saiu do disco e foi levado, a pé por uma rua estreita, com altos edifícios de cores variadas e intensamente luminosas, até um grande prédio, onde entraram. Ali, foi alimentado com uma espécie de carne e pão. Depois, foi conduzido a outra sala, onde haviam muitas pessoas reunidas.

 

Tentaram estabelecer conversação com ele, mas não se compreendiam mutuamente. Berlet falou-lhe em Português,

Espanhol, Italiano e Alemão. Quando falou nesta última, um deles levantou-se, demonstrando grande alegria, e disse: “Deutsch?” (que significa ‘alemão’ em língua alemã).

 

Terminada a reunião, esse homem, que só sabia falar umas três ou quatro palavras em alemão levou-o a outro edifício. Ali Berlet tomou um banho de “água tão leve como gás”, vestiu novos trajes que lhe deram e foi conduzido a uma sala, onde várias pessoas, sentadas ao redor de uma mesa retangular, conversavam animadamente.

 

Um ser de nome Acorc, serviu de anfitrião e guia para Artur durante sua viagem, e lhe explicou que estava em um planeta chamado Acart, que fica cerca de 62 milhões de quilômetros da Terra.

 

Segundo Artur, a tecnologia que ele manteve contato, entre outras áreas como a economia, política, estariam muitos séculos avançadas do que a atual situação do Planeta Terra em 1958, 11 anos da primeira viagem do homem à Lua.

 

Artur Berlet escreveu em seu manuscrito que viu a Terra em cor azul, o que só foi um fato conhecido pela ciência em 1961, quando Iuri Gagarin sobrevoou pela primeira vês o nosso espaço.

Após 11 dias o Sr. Artur retornou, sendo devolvido à Terra, onde se trancou em seu quarto por dias e escreveu 422 páginas que se tornaram um livro que foi publicado em 1967.

 

Um dos trechos do livro que chama a atenção é: O grande problema de Acart é o da superpopulação. Por isso, os acartianos estão de olho na Terra. Não para invadi-la à força, pois “eles possuem alto senso humanitário, são muito evoluídos e bons“.

 

A maneira como foi contada e a seriedade de Artur Berlet, não levanta nenhuma suspeita entre familiares e amigos, e mesmo tendo sido motivo de piada entre muitos, Artur nunca negou o que havia dito.

 

Nas 422 páginas do livro são inúmeras as peças chaves que se pode encontrar, como ser narrado que o azul da Terra antes mesmo de ser um fato conhecido por nós, além das naves de Acart serem todas movidas à energia solar.

 

O povo Acartiano viveria em um sistema onde não existe o dinheiro como conhecemos, onde todos trabalham e vivem bem. Roubo e assassinato é algo extinto no planeta que é liderado por um governante, que é substituído ao tempo equivalente à 3 anos do tempo da Terra, em uma eleição popular.

 

Artur Berlet frisou sempre a imensa paz que sentia enquanto estava em Acart. Um simples senhor, que parece ter dado um real testemunho, é mais um numa vasta lista de pessoas que tiveram contato com seres de outros planetas, e talvez um dos poucos que tenha tido o privilégio de fazer uma viagem interplanetária.

 

“Eu sempre imaginava que o nosso Deus seria muito pequeno se ele fosse um Deus só desse nosso mundo. E é por isso que Ele me abriu a visão, e eu diria, nós vamos descobrir realmente que o mundo vai além do que aquilo que nós enxergamos” Artur Berlet.

O Caso Barney e Betty Hill

 

 

O caso desse casal de classe média americana é importante para os estudiosos de ufologia por se tratar da primeira vez em que se estuda profundamente uma inter-relação pessoal entre terrícolas e irmãos do cosmos. Este caso ocorreu nos Estados Unidos, com o casal Barney e Betty Hill, o qual seguia de carro, a passeio, para Portmouth, no dia 19 de setembro de 1961. 

Pretendiam continuar viajando durante a noite, devido a um alerta do serviço meteorológico relativo à possibilidade de um furacão, pois desejavam estar em casa antes que este chegasse. Pararam em um pequeno restaurante em Colebrook, situado na região norte de New Hampshire, para fazer uma refeição rápida. Depois seguiram viagem, pois pretendiam estar em casa por volta de 02h30min.

 

Já ao sul de Lancaster, os dois começaram a observar um objeto que brilhava muito no céu. O aparelho parecia acompanhar o trajeto do carro. Os Hill pararam o automóvel e observaram o UFO através de um binóculo.

 

Tratava-se de uma nave enorme, de forma discóide, a poucas centenas de metros do solo, apresentando uma cúpula giratória. Betty pôde notar claramente uma fileira dupla do que pareciam ser janelas. Tanto ela como seu marido tiveram a chance de observar através das janelas vários ocupantes do aparelho. Através do binóculo, Barney conseguia ver que alguns dos tripulantes da nave pareciam manejar uma espécie de painel de controle, enquanto o objeto descia lentamente.

 

Quando a nave pousou, Barney estava fora do carro, enquanto Betty, gritando, insistia para que ele retomasse ao carro. Porém seu marido parecia estar hipnotizado pelos olhos de um dos tripulantes do objeto. Sentiu que estava prestes a ser capturado, correu para o carro, Betty deu partida, mas logo em seguida o

casal ouviu um estranho som eletrônico, e os dois foram prontamente envolvidos por um estado de sonolência repentina.

 

Tudo que aconteceu em seguida ficou bloqueado em suas mentes. Apenas se recordavam de que ouviram um outro som estranho e estavam viajando novamente pela estrada. Só tempos depois é que a amnésia começou a incomodá-los, e procuraram ajuda médica. Haviam perdido aproximadamente duas horas transcorridas naquela noite, das quais nada conseguiam se lembrar.

 

Após sucessivas hipnoses regressivas, realizadas separadamente com Betty e Barney Hili, o doutor Benjamim Simon, um psiquiatra de renome, pôde reconstituir passo a passo os acontecimentos vividos pelo casal. Ambos tinham sido levados para dentro da nave pelos seres, que pareciam usar uniformes.

 

Barney notou que a criatura que parecia comandar a nave, o único que aparentemente sabia falar inglês, usava um cachecol preto no pescoço, que caía sobre o ombro esquerdo. Segundo o casal, o traço que mais os diferenciava dos humanos da Terra eram os olhos.

 

Os seres ficaram surpresos quando não conseguiram remover os dentes de Betty, ao contrário do que tinham conseguido com Barney, já que este usava dentadura. Introduziram uma agulha no umbigo de Betty, sendo explicado para ela que se tratava de um teste de gravidez, com uma técnica semelhante que seria utilizada na Terra anos mais tarde, na década de 70. Quando a agulha foi introduzida, a contatada sentiu dor, que foi remediada imediatamente com o toque de uma das mãos do líder na cabeça de Betty.

 

Além do comandante (líder) e do “médico”, existiam aparentemente dentro da nave mais nove seres. Todos de baixa estatura. Seus corpos pareciam desproporcionais, apresentando um tórax grande, com braços mais compridos. Seus rostos eram planos, apresentando olhos muito grandes. Seu nariz era muito pequeno e a boca não passava de uma fenda. Segundo Betty, o líder e o “examinador” eram diferentes: mais altos, apresentando ainda uma cor de pele diferente. O que mais chamava atenção na tripulação da nave, entretanto, eram os olhos, diferentes de tudo que os Hill tinham visto até aquele momento.

 

Muito interessante é também a história do mapa estelar observado por Betty Hill dentro da nave. A contatada perguntou

ao líder de onde eles eram, afirmando que já sabia que não eram da Terra. Nesse estágio da experiência. Betty observa um mapa retangular, que media em seu eixo maior cerca de 120cm.

 

Existiam várias linhas ligando as estrelas. Segundo foi explicado para Betty as linhas duplas significavam rotas comerciais, as linhas individuais correlacionavam estrelas que eram visitadas ocasionalmente, e as pontilhadas eram expedições. O líder perguntou se Betty sabia onde estava o nosso sistema no mapa. A contatada respondeu que não. Pouco tempo depois o casal era levado para fora da nave, de onde puderam observar a partida do UFO.

 

Durante as sessões de hipnose a senhora Hill conseguiu desenhar o referido mapa. De início não foi encontrado qualquer padrão comum entre o mesmo e nossas cartas celestes. Coube a uma astrônoma amadora, a professora Majorie Fish, a identificação das estrelas que apareciam no mapa. Inicialmente, apesar de muitas tentativas, a astrônoma não conseguiu também resultados positivos, mas com o passar dos anos, e a divulgação de novas cartas celestes, que traziam dados mais precisos, relativos às distâncias entre algumas estrelas das nossas vizinhanças cósmicas, foi finalmente encontrado um padrão exatamente igual.

 

Quando Fish tomou apenas as estrelas próximas de nosso Sistema Solar, que segundo astronomia terrestre teriam condições de possuir planetas adequados à vida, surgiu uma carta igual à desenhada por Betty Hill. Com base nesses estudos foi possível identificar o ponto de origem dos extraterrestres. Tudo parece indicar que seriam provenientes da estrela Zeta da constelação do Retículo, a cerca de 36 anos-luz do nosso sistema solar. A validade da interpretação de Fish foi posteriormente confirmada também por astrônomos profissionais. Estava descoberto um dos locais dos discos voadores.

 

Uma entrevista com Betty Hill

Betty Hill foi entrevistada pela revista Argosy, em dia 10 de março de 1978.

Pergunta: Se o Boston Herald não tivesse tornado pública a história de seu sequestro, em 1965, você – ainda assim – teria cooperado na publicação de um livro referente ao incidente ou o tornado público de alguma maneira?

BETTY: Não, eu acho que a história teria ficado comigo, Barney e o Dr. Simon. Mas claro, a história do Herald saiu fora de nosso controle e não foi feita com nossa permissão.

 

Pergunta: Depois de quanto tempo depois de seu sequestro, vocês voltaram a estrada procurando OVNIs ou outra prova de sua experiência?

BETTY: Desde o principio, começamos a voltar àquela mesma estrada, procurando e tentando encontrar alguma explicação para o que tinha acontecido – o que nós estávamos omitindo.

 

Pergunta: Você mantém um caderninho cheio de anotações de avistamentos de óvnis de todos os tipos, entretanto, você está sempre só quando tais avistamentos acontecem ou você já levou observadores com você?

BETTY: Tenho levado todo o tipo de pessoas. Por exemplo, Jim Voutrot do canal 9 de Manchester (New Hampshire), veio uma noite e teve um excelente avistamento. Tanto que ele filmou o óvni e mais tarde mostrou o filme na TV (N.T: Voutrot confirmou essa afirmação de Betty).

 

Pergunta: Você se sente de alguma forma privilegiada de ter visto óvnis tantas vezes?

BETTY: De forma alguma. Há pessoas por todo o estado (New Hampshire) que tiveram avistamentos, mas eu só ponho mais tempo na coisa e sei o que procurar. Acho que a paciência é a chave de tudo. Vou a vários lugares numa média de 3 vezes por

semana e usualmente gasto cerca de horas numa esticada dessas.

 

Pergunta: Como se explica que não haja relatos de óvnis mais oficiais, de pilotos por exemplo?

BETTY: Se você se decide a contar que viu um óvni você é levado a sentir-se extenuado só de pensar que você terá de passar por um monte de perguntas, entrevistas e preencher um montes de papéis, no seu próprio tempo. Ademais torna-se um caso impar e quem quer ser levado ao ridículo.

 

Pergunta: Você pensa que o governo sabe mais do que ele está deixando transparecer?

BETTY: Eu suponho que o governo sabe um bocado. Ninguém pode me convencer do contrário.

 

Pergunta: Na sua opinião, qual é a principal fonte de informação sobre OVNIs?

BETTY: Sem dúvida, a APRO (Aerial Phenomena Research Organization) em Tucson, Arizona. São totalmente profissionais e realmente sabem das coisas.

 

Pergunta: Recordando um pouco, há alguma coisa relacionada com o incidente de 1961 que, par uma razão ou outra, possa não ter sido registrada no livro?

BETTY: Depois de uma busca mais ou menos continua, finalmente encontramos o local de nossa captura, em Campton, cerca de 15 a 18 milhas (24 a 29 km) de Indiahead. Preenchia perfeitamente nossa recordação, até por ter um solo de areia fina, que é altamente incomum naquela área. Outra coisa que eu nunca mencionei no livro foi a história dos meus brincos. Cerca de vinte semanas depois do incidente (o sequestro) voltei para casa com Barney e encontramos algumas folhas secas e um par de brincos meus sobre a mesa da cozinha. A casa estivera trancada e não tivemos ideia de como e porque eles haviam ido parar ali.

 

Pergunta: O que havia de significativo nisto?

BETTY: Depois de nosso tratamento com o Dr. Simon, eu me lembrava com clareza do líder alienígena dizendo – ou talvez comunicando – para mim: “se quisermos você saberemos onde encontrá-la.” Bem, esses brincos eram o mesmo par que eu usara na noite da captura e ali estavam, devolvidos para mim de alguma forma, com as folhas como lembrança do lugar onde a captura tivera lugar. Ao menos, essa é a minha interpretação, a

qual cheguei depois das sessões de hipnose. Antes eu não tinha idéia do seu significado.

 

Pergunta: Quando Barney estava observando o óvni, lá no campo, em Indianhead, por que ele sentiu que ia ser capturado?

BETTY: Barney simplesmente recebeu a mensagem (telepaticamente). Eu digo “recebeu a mensagem” querendo dizer que eles se comunicaram com ele de alguma maneira e disseram-lhe para ficar ali e ficar olhando. Quando a nave começou a descer é que ele tirou o binóculo dos olhos e correu de volta para o carro.

 

Pergunta: Qual a sua opinião sobre a serie de sonhos que você teve depois do encontro?

BETTY: Acho que foi uma maneira natural de começar a lembrar do que o líder havia me instruído para esquecer. Isto é semelhante ao que aconteceu quando o Dr. Simon nos fazia esquecer cada sessão realizada, como dispositivo de segurança, para que não houvesse confabulação entre nós. O dr. Simon sentiu que ao redor da marca de dez dias (após cada consulta), começaríamos a nos lembrar de tudo, automaticamente. Então, ele insistia que o visitássemos cada sete dias e se não tivéssemos tempo para uma sessão completa, deveríamos ao menos ter um reforço na hipnose (N.T.

de esquecer, a nível consciente, do conjunto de lembranças, obtidas sob hipnose em cada sessão). Uma coisa interessante é que, nos meus sonhos, eu usava objetos mais familiares para descrever o que estava acontecendo. Por exemplo: nos meus sonhos eu pensava que subira uma escada, mas – sob hipnose – lembrei-me de estar subindo uma rampa para entrar na nave.

 

Pergunta: Qual é sua opinião sobre o mapa estelar que você descreveu sob hipnose e depois desenhou?

BETTY: Acho que tanto quanto se possa imaginar, as duas estrelas grandes, conectadas por linhas grossas e múltiplas, no meu mapa, de Zeta Reticuli I e Zeta Reticuli II. Mas estas estrelas não podem ser vistas das Montanhas Brancas de New Hampshire. Na verdade, temos de estar ao Sul da Cidade do México para vê-las, então obviamente este mapa não foi feito por mim, olhando o céu e desenhando!

 

Pergunta: Sua experiência com o óvni e sua tripulação mudou sua vida de alguma forma?

BETTY: A não ser pela publicidade da revista Look e tudo o mais, no começo e até dois anos atrás, quando me aposentei, diria que muito pouco. Continuei com meu trabalho como assistente social do estado e andei muito ocupada com isto. Mas agora, naturalmente, estou mais disponível para a imprensa e para

receber relatos de OVNIS e há minha série de palestras. Vocês sabem, eu nunca recebi um tostão pelas conferências, antes. Mas agora que estou aposentada, achei que já era tempo de sobra para ser paga pelo meu trabalho ufológico.

 

Pergunta: Você tem um agente agora?

BETTY: Sim, sou representada pelo Program Corporation of America. A sede é em Hartsdale, estado de Nova Iorque e eles estão me mandando para lugares como Powell em Wyoming e Centralia, Washington, um monte de lugares. Até gravei um especial para a tevê australiana.

 

Pergunta: O que você sente sobre o filme “Contatos Imediatos de 30. Grau?

BETTY: É divertido, mas estritamente, Hollywood. Eu ache que o filme jogará muita gente fora dos trilhos se esperarem ver topos de montanha iluminados e tudo aquilo.

 

Pergunta: No filme, o herói, Roy Neary, entra num óvni como voluntário. Mas e você? Se você tivesse a oportunidade de ver esses extraterrestres de novo e a chance de entrar na nave, você teria medo? O que você faria?

BETTY: Eu não faria nada disso e acho que ninguém com qualquer quantidade de juízo o faria também. Absolutamente, não!

 

Pergunta: Que tal a versão cinematográfica dos extraterrestres?

BETTY: A cabeça estava próxima da minha descrição mas os corpos pareciam frágeis e quanto aos dedos, bem, quem quer que desenhou as mãos deveria frequentar um curso de anatomia. São um pouco ridículas.

 

Pergunta: Finalmente o que você achou da Nave Mãe no fim do filme?

BETTY: Exagerada, iluminada e grande demais, somente uma invenção da imaginação de alguém. Simplesmente não aconteceu daquele jeito!

O caso Barroso

 

Na madrugada de 3 de abril de 1976, ocorreu um dos mais impressionantes casos da Ufologia Brasileira, quem sabe até mesmo da Mundial. Nesta data, vários moradores da cidade de Quixadá, Ceará, testemunharam as evoluções de um objeto voador não identificado sobre a cidade. Para uma destas testemunhas, o caso significou muito mais que um simples avistamento, tão corriqueiro na região. Representou uma mudança radical na vida de um senhor que tinha uma saúde de ferro antes do contato e que pouco a pouco apresentou sintomas de algum tipo de síndrome ou doença desconhecida da Medicina Terrestre.

Os eventos daquele dia começaram por volta das 4h30min da manhã, quando atiradores do Tiro de Guerra 10016, encontravam-se em uma sessão de educação física, ao ar livre. Todos observaram pasmos, o surgimento de um grande objeto voador em forma de disco, que deslizava a poucos metros de altitude, emitindo intensa luz e totalmente silencioso. Os militares pensaram tratar-se de algum tipo de aparelho lançado

da Barreira do Inferno, ou mesmo aparelhos governamentais lançados para realizar pesquisas na região.

Neste mesmo horário, em outro ponto da cidade, um senhor, chamado Luis Barroso Fernandes, preparava-se para ir ao sítio, situado alguns quilômetros da cidade. Ele atrelou a charrete, despediu-se de sua esposa e seguiu viagem, ainda na escuridão da madrugada.

Após percorrer um trecho de aproximadamente e quilômetros, Barroso ouviu um zumbido semelhante ao de um enxame de abelhas. Ele olhou para trás, não viu nada e resolveu continuar sua viagem. Repentinamente, um objeto voador, de aproximadamente 3 metros de diâmetro posicionou-se acima dele. Assustado, Barroso puxou as rédeas e parou para observar o estranho aparelho que lentamente descia à sua frente, a uns 30 metros de distância. Nesse momento, o animal andou para trás, aparentemente assustado com a presença do objeto. Repentinamente, o aparelho emite um facho de luz que atinge o animal e seu dono, que imediatamente ficam paralisados.

Do aparelho abriu-se uma porta, por onde saíram dois pequenos seres. Um deles segurava um objeto semelhante à uma lanterna, com a qual apontou e disparou um feixe de luz que atingiu Luis Barroso no rosto. Com isso, imediatamente Luis Barroso perdeu a consciência. Ao voltar à si, ele percebeu que estava distante do

local onde havia parado a charrete. Sentia-se tonto, trêmulo e um ardor no rosto. Sentia também dificuldades respiratórias e intensa dor de cabeça. O lado esquerdo de seu corpo encontrava-se avermelhado, além de sentir uma dificuldade em realizar movimentos para colocar a charrete em movimento.

Pouco depois, um vaqueiro passou pela região e percebeu que Luis Barroso não estava bem e perguntou-lhe o que estava acontecendo. Ele pediu que o vaqueiro o levasse para casa onde, ao chegar, narrou sua extraordinária experiência. Ainda sentindo mal, em decorrência do contato, ele pediu à sua esposa que o levasse para ser examinado ao Dr. Antônio Moreira Magalhães, um dos mais conceituados médicos da cidade. Ele ouviu atentamente o relato de Luis Barroso e embora não acreditasse em discos voadores na época, considerou que algo muito sério deve ter ocorrido ao sitiante, pois este tinha elevada credibilidade na cidade. Ele registrou todas as informações no prontuário de atendimento e receitou-lhe um antialérgico, um calmante e repouso absoluto.

Ao voltar para casa, Barroso continuou sentindo-se mal, com dores constantes pelo corpo. Seus olhos ardiam muito e o lado esquerdo do seu corpo continuava avermelhado. Seu relato espalhou-se pela cidade, e várias pessoas foram à casa da testemunha para ouvir sua história em primeira mão. De alguma

forma, as histórias sobre seu avistamento chegaram à capital do estado, Fortaleza, onde emissoras de rádio e jornais locais divulgaram o episódio. Com isso, ufólogos do Centro de Pesquisas Ufológicas, de Fortaleza, seguiram para a cidade, afim de averiguar o fato. Os pesquisadores encontraram um Luis Barroso preocupado, que tentava esquivar-se de entrevistas e de fotografias, pedindo a todos que esquecessem seu caso. Mesmo visivelmente incomodados com a situação, a família de Barroso atendia a todos os curiosos com educação e respeito. Após algum tempo, a história esfriou na cidade, e aparentemente a vida de Barroso voltou ao normal.

Entretanto, a vida de Luis Barroso nunca mais seria a mesma. Poucos dias após o contato, seus cabelos ficaram grisalhos. Ele apresentou quadro de impotência e em alguns momentos aéreo. Ele sentia muita indisposição e lapsos de memória, causando apreensão em sua família. Diante disso, eles levaram Barroso para uma nova consulta com o Dr. Magalhães. Ele atendeu e tentou tratar o protagonista do caso, em vão. Nos dias seguintes, os sintomas se intensificaram, surpreendendo o experiente médico que encaminhou o paciente para a capital, Fortaleza, onde poderia ser melhor atendido. Na ficha de encaminhamento, no prontuário do INPS, ele incluiu o relato de

Luis Barroso, inclusive citando textualmente que ele “fôra sequestrado por um disco voador”.

Em Fortaleza, ele foi atendido pelos médicos José Pelegrino Alves e Glaubo Lobo, com formação em Neurologia e Psiquiatria. Diante do prontuário, criticaram o conteúdo envolvendo o relato de de Luis Barroso e o posicionamento do médico por ter acreditado na história e atribuíram o fato à um problema psíquico comum. No período que se seguiu, os médicos não conseguiram um diagnóstico claro e preciso e o encaminharam e volta à Quixadá sem poder resolveu seu problema. Apenas receitaram que ele ficasse afastado do trabalho. Com a crescente piora de Barroso, os familiares decidiram interná-lo em um hospital psiquiátrico de Fortaleza, localizado na avenida Bezerra de Menezes, no bairro São Geraldo, onde foi atendido por 16 médicos especializados, que igualmente não conseguiram realizar um diagnóstico preciso.

O Centro de Pesquisas Ufológicas acompanhou o drama da família e o agravamento do quadro clínico de Luis Barroso. Os ufólogos do Centro entrevistaram pessoas ligadas ao caso e tentaram providenciar uma hipnose regressiva. Na época, haviam duas pessoas que poderiam realizar o procedimento: um padre jesuíta que recusou-se a fazer hipnose em uma pessoa que teve contatos com discos voadores, e um dentista que pediu um

alto preço com o qual o Centro não podia pagar. Sendo assim, não houve hipnose regressiva com Luis Barroso.

O Dr. Magalhães também passou a acompanhar a saúde de Luis Barroso Fernandes, prestando toda a ajuda possível no âmbito da Medicina, de acordo com suas condições. Assim ele pôde verificar o agravamento do quadro, com o acúmulo de água no organismo do paciente, o surgimento de edemas, a piora no lapso de memória e uma crescente perda na habilidade locomotora. Novas tentativas de de esclarecer ou diagnosticar sua estranha doença foram realizadas, sem que se chegasse à uma conclusão. Foram realizados eletroencefalograma, exames de urina, glicose, colesterol, entre outras análises clínicas que comprovaram que a saúde de Barroso era perfeita, à exceção de seu cérebro que de alguma forma foi afetado, de maneira anormal. Na melhor descrição possível, Barroso demonstrava uma regressão mental, aparentemente irreversível. Com o tempo ele passou a agir como uma criança. Ao fim da vida, em 1993, ele pronunciava apenas três palavras: Mamãe, dá e medo. Esta ultima ele sempre falava quando alguém batia uma fotografia com flash, evidenciando algum tipo de trauma com luz forte ou intensa.

Luis Barroso Fernandes faleceu em 1º de abril de 1993. Por ocasião de sua morte, em 1993, ele tinha pele suave como a de um bebê.

Além dos efeitos fisiológicos observados em Luis Barroso Fernandes, houveram outras confirmações diretas e indiretas de seu testemunho. O burro que puxava a carroça na madrugada em que o caso ocorreu, também apresentou-se debilitado após a ocorrência. Por alguns dias ficou sem comer, mas recuperou-se após algum tempo.

Conforme pesquisas realizadas pelo Centro de Pesquisa Ufológica, de Fortaleza, Ceará, outras pessoas testemunharam a presença de um OVNI nos céus de Quixadá. A experiência mais significativa envolveu duas pessoas: a estudante Francisca Rosete da Silva, 23 anos, e seu irmão Antônio Leudo da Silva, 12 anos. Ambos seguiam para a aula no Colégio Estadual de Quixadá. Pouco depois de terem saído de casa, eles observaram uma luz flutuante, muito intensa no meio da mata. Da luz surgiu um raio que atingiu Francisca no rosto. Sentindo-se tonta resolveram voltar para casa. Antônio ajudou a irmão, amparando-a pelo braço. Ao chegar na porta da casa, Francisca desmaiou, deixando atônitos seu pai e seu irmão. Ela foi levada pelo pai, Antônio Fernandes da Silva, para o hospital onde foi atendida pelo enfermeiro de plantão. Este constatou que

Francisca estava com os olhos inchados e tinha vários hematomas pelo corpo, além de arranhões produzidos por plantas da região. Segundo o Dr. Laércio de Castro, então diretor do hospital, Francisca “estava muito nervosa e com os olhos intumescidos, como se estivessem sido afetados por forte calor”.

O irmão de Francisca, Antônio Leudo, não apresentava feridas ou hematomas. Entretanto apresentava processo traumático psicológico decorrente da experiência. “O que eu vi não quero ver nunca mais. Não era avião, não era helicóptero ou outra coisa conhecida. Era estranho e ameaçador”.

Outro caso envolveu o radialista José Sinval, locutor da Rádio Monólitos, que observou um objeto redondo, com luzes multicoloridos a sua volta, flutuando ao lado da pista de aterrissagem do campo de aviação de Quixadá. Já Gonçalo Costa e João Rosa de Almeida observaram um objeto semelhante entre as cidades de Quixadá e e Jaburu.

Entrevista com Barroso

Ainda em condições normais de raciocínio procuramos entrevistar Barroso, fazendo com que sentisse a necessidade da divulgação do caso, pois sabíamos que ele não havia sido o primeiro e não seria o último, podendo assim ajudar muito nos esclarecimentos futuros. Apesar de não querer mais ser

molestado com este assunto, concordou desde que não fossem tiradas fotografias.

Athayde – Barroso, você pode nos contar o que realmente aconteceu naquela manhã?

Barroso – Claro. Não queria mais falar sobre o assunto, pois a Imprensa e outras pessoas não me deixam em paz. Mas, lá vai: Como já falei, eu seguia na minha charrete quando alguma coisa luminosa passou por cima de nós e parou na frente, descendo no asfalto. Parecia ser apenas uma luz, mas depois que se apagou era algo como uma roda grande de trator ou como uma tartaruga mal acabada, cor de alumínio e silenciosa. Recebemos uma luz e ficamos totalmente parados, sem poder se movimentar, o animal e eu, claro. Abriu-se uma espécie de portinhola e apareceram dois seres de baixa estatura. Eram pessoas normais, embora com roupas esquisitas e uma espécie de lanterna na mão. Um deles clareou para nós e eu perdi os sentidos…

Athayde – Clareou como?

Barroso – Jogou outra luz no meu rosto. Era ofuscante e muito incomoda. Parecia que entrava na minha cabeça. Senti uma dor no fundo dos olhos…

Athayde – Você se lembra de ter sido levado para outro lugar após esse feixe de luz tê-lo atingido?

Barroso – Não lembro de nada. Depois que a luz me acertou, apaguei…

Athayde – Você ficou com o lado esquerdo do corpo todo vermelho. Acha que foi alguma queimadura ou coisa parecida?

Barroso – Não sei. Só percebi que estava com um lado vermelho quando o vaqueiro me disse.

Athayde – E a tontura e as dores no corpo, você já voltou sentindo?

Barroso – Quando fui encontrado pelo vaqueiro, estava aéreo e não sabia que local era aquele, meus olhos ardiam, sentia dores esquisitas e tremia. Um calor muito grande se apoderou de mim. Tive medo. Pensei que ia morrer naquela estrada e sem ver minha família.

Athayde – Você se lembra de alguma coisa que possam ter feito com você depois de receber o segundo foco de luz?

Barroso – Não. Nada. Parece que morri e acho que morri mesmo…

Athayde – E agora, lembra-se de algo?

Barroso – Não. Até parece que nada aconteceu, pois não consigo me lembrar das coisas até o momento em que voltei a mim, na estrada. lembro-me apenas que recebi o foco de luz, mas depois, nada mais…

Athayde – Existe um meio de fazermos você se lembrar utilizando a hipnose regressiva. É difícil encontrarmos alguém que a faça, mas podemos tentar conseguir. Você aceita?

Barroso – Não sei. Tenho que consultar meu médico e minha família. Esse negócio pode prejudicar ainda mais a minha situação. É melhor deixarmos como está… Não sinto mais tanta coisa assim.

Athayde – E essas sensações de tontura que você ainda tem, o fato de seu cabelo ter ficado grisalho tão rapidamente, os outros sintomas…

Barroso – Tudo vai passar, você vai ver…

Athayde – Você já tinha visto alguma coisa diferente no céu?

Barroso – Não. Nunca pensei nisso, embora tomasse conhecimento de que alguém avistava luzes por aqui. Não acreditava nessas coisas. Foi azar…

 

O caso da Base Aérea do Bacacheri

 

Torre de controle do aeroporto Bacacheri, em Curitiba (PR). O disco voador pousou em frente ao prédio.

Em 1977 um soldado de segunda classe que se encontrava de plantão avistou três estranhos objetos aproximando-se de um campo de futebol dentro da Aeronáutica. Um dos objetos com forma de disco voador desceu e dele saíram três seres humanóides, trajando uma espécie de macacão escuro permitindo-se que fossem visualizados apenas seus olhos. Os três foram em direção a um dos hangares onde se guardam aviões de pequeno porte, e retiraram um avião Bandeirantes, puxando-o para fora. Cautelosos observaram vários detalhes da carlinga do aparelho.

 

O soldado, naturalmente ficou paralisado com a visão e ainda meio sem ação tentou chamar a atenção de algum outro soldado de plantão que estivesse próximo ao local, para que também servisse de testemunha, mas os seres foram rápidos, retirando-se do local em seguida, abandonando o avião fora do hangar.

Retornando ao objeto levantaram vôo e desapareceram noite adentro. Em seguida o soldado reparou que na grama do campo onde pousaram com seu estranho objeto, existia uma marca circular queimada.

 

Na manhã seguinte, depois que relatou o incidente o local do pouso e do hangar foi cercado por cordas de isolamento e seguranças da Policia da Aeronáutica, também conhecidos como PA, que receberam ordens para ninguém aproximar-se da área.

A grama foi imediatamente revirada e oficiais superiores pediram ao soldado que sob hipótese alguma, deveria mencionar o fato ocorrido naquela noite a qualquer pessoa. Porém, com o passar dos anos, o ex-soldado da Aeronáutica, participando de eventos do gênero, resolveu informar o ocorrido a grupos civis, quebrando seu silencia, pois, não achava justo que as pessoas a seu redor, não tivessem conhecimento do caso.

Adendo

Esta escola chamava-se Escola de Oficiais Especialistas e de Infantaria da Aeronáutica (EOEIG), mas foi extinta no ano de 1983 para dar lugar ao CINDACTA II, que funciona no local até os dias atuais.

Fonte: Portal Fenomenum

O caso Dolores Barrios

 

Determinados casos ufológicos são mais intrigantes pela estranheza do nascimento da própria história em si do que propriamente pelo assunto que retratam. É o caso da foto abaixo, de uma insuspeita senhorita que, noutro contexto, teria suscitado profundas pesquisas. Infelizmente, o caso desta mulher gerou mais ceticismo do que pesquisas aprofundadas.

Quem é ela? Seria realmente uma extraterrestre? Como uma foto sua foi obtida? O texto e as fotos deste post do GnosisOnline são baseados na edição do dia 16 de outubro de 1954, da revista O Cruzeiro.

 

Uma ET no Congresso de Ufologia?

Nos dias 7 e 8 de agosto de 1954, em Monte Palomar, nos Estados Unidos, realizou-se um dos primeiros grandes congressos ufológicos de contatados. Ali se encontravam contatados famosos, como George Adamski (contatado dos venusianos), Truman Bethurum (contatado dos habitantes do planeta Clarión) e outros.

Algumas pessoas notaram uma mulher que julgaram ser “estranha” e pediram ao jornalista João Martins – o mesmo do caso Barra da Tijuca – que estava a trabalho para a revista O Cruzeiro, para tirar fotos dela.

 

Martins tirou a foto, mas com a luz do flash ela se assustou e saiu rapidamente do local, entrando em um bosque próximo ao local do evento. Muitos consideraram-na como sendo uma “extraterrestre” graças ao seu estranho comportamento e até por algumas características físicas peculiares, mesmo curiosas, como podemos observar nas fotos. Observe você mesmo os detalhes do rosto desta bela mulher, como seus olhos, nariz e bochechas. Os olhos têm uma profundidade estranha e bela…

Porém, o fato mais insólito foi que muitas pessoas viram uma nave sair desse bosque, deixando todos os presentes impressionados. Momentos depois, descobriram que essa “extraterrestre” havia estranhamente assinado o livro de visitas com o nome de Dolores Barrios, e que declarou ser uma estilista de moda de Nova York. No entanto, ninguém ouviu falar de uma estilista de moda loira com esse nome latino…

 

Será ela uma extraterrestre? A que veio? O que fazia em um congresso onde participaram alguns dos mais destacados contatados da época?

Bem, o que sabemos, com certeza, é que os extraterrestres não querem manter contato público conosco por saberem que suas vidas correm perigo. Sabemos que muitos irmãos do cosmo são mantidos cativos pelas forças armadas de alguns países (como EUA e Rússia). Seria por isso que essa extraterrestre fugiu do público?

 

O Diálogo de João Martins com a ET

João Martins: Vocês são ou não são venusianos?

Dolores Barrios: Não.

JM: Por que vocês estão aqui?

DB: Porque estamos interessados neste tema.

JM: Vocês acreditam em discos voadores?

DB: Sim.

JM: É verdade que, como o senhor Adamski diz, que eles vêm de Vênus? DB: Sim. Eles são de Vênus.

Infelizmente, essa mulher interrompeu o diálogo e se retirou do salão de conferências, desaparecendo misteriosamente.

As únicas evidências de sua presença e de que ela seja uma extraterrestre são os detalhes das fotos tiradas por Martins: a protuberância em sua testa, que seria o prolongamento de seu

nariz peculiar; dupla ou tripla glândula lacrimal; formato de seus lábios; olhos típicos de um ser de alto nível espiritual; etc.

O caso Elias Seixas

 

Este simpático carioca teve um interessantíssimo contato com Irmãos do Cosmo, que afirmaram a ele terem vindo da estrela Ursa Menor.

Na época do contato, no ano de 1980, Elias trabalhava como caminhoneiro, quando teria vivenciado uma experiência inexplicável. Seu relato, junto ao de outros dois amigos, entrou para a história da Ufologia brasileira pela riqueza de detalhes com que descreveu as situações pelas quais passou a dois ufólogos, a saudosa professora Irene Granchi e Silvio Lago.

Mais precisamente no dia 25 de setembro de 1980, Elias e seus amigos, que estavam na boleia de seu caminhão (seu primo Alberto Seixas Vieira e o amigo Guaraci de Souza), voltavam de Goiás, onde haviam deixado uma carga. Na volta, alguns fenômenos estranhos começaram a ocorrer, como o piscar dos faróis do veículo, mesmo desligados, e sensações de desconforto e sonolência.

No caminho, quando estavam a 100 quilômetros de Conceição do Araguaia (em Goiás), uma sensação de pressão na nuca, o

retorno do pisca-pisca dos faróis e a impressão de ouvir uma voz forçaram Elias a parar. Quando saía do caminhão, ele não percebeu, mas seus colegas teriam visto um feixe de luz azulada atingi-lo.

Quando já estavam todos fora da cabine, eles avistam uma espécie de ‘fogo no mato’ a cerca de 1.500 metros e resolvem investigar. Desde o princípio, Alberto sentiu muito medo e resolveu não continuar andando naquela direção. Poucos segundos depois, Elias também foi tomado de pavor e decidiu desistir.

Medo e amnésia

Assim os três voltaram, entraram no caminhão e continuaram o percurso. Elias continuou ao volante. Guaraci carregava um chapéu de palha preso por um fio de nylon que, aparentemente sem nenhuma explicação, foi lançado pela janela. Sem entender o que aconteceu, os três resolveram novamente parar e descer do caminhão e, um de cada lado da carreta, encontrar-se-iam na traseira do veículo para pegar o chapéu.

A partir daí, nenhum deles lembrava-se muito bem da seqüência de acontecimentos, exceto a sonolência com que retornaram à cabine do caminhão e o fato de chegarem à próxima parada cerca de cinco horas depois do previsto. Essa amnésia parcial

combinada aos estranhos fenômenos ocorridos durante a viagem teriam feito os três buscarem a ajuda, num congresso de Ufologia, da pesquisadora Irene Granchi.

Regressão

A partir desse primeiro contado, suas histórias – e a de Elias com mais destaque que as dos demais – foram reveladas através de várias sessões de hipnose regressiva às quais os caminhoneiros foram submetidos. Segundo seu depoimento, antes de encontrar Guarani, Elias foi surpreendido por um foco muito forte de luz e levado para uma nave. Dentro da nave, ele viu um ser de frente para uma série de alavancas. Sentado, o ser de enormes braços estava com o cotovelo na coxa, mas não curvava o tronco.

Durante sua permanência na nave, o abduzido teria sido submetido a uma série de experiências. Por um momento, quando deitado numa espécie de “cama” onde seria estudado, viu um de seus companheiros, que teria dado um soco no ser que o estudava (segundo Elias eram ao todo três seres).

Entre outros testes que teriam feito com Elias, o abduzido relatou que implantaram algo em seu crânio e colocaram um aparelho em seu peito. Coletaram amostras de sangue e esperma e fizeram furos em seus dedos.

Elias contou ainda que foi levado para o que foi explicado pelos seus raptores como uma “base” espacial, localizada em Marte. Ali ele pôde ver – sem ser visto – uma série de seres de cabeça grande, desproporcional ao corpo, e muito pequenos, que pareciam estar trabalhando.

O relato continuou e Elias afirmou estar no que parecia ser uma rua, quando teria visto dois homens, um negro e outro branco, que ele percebeu serem siameses, grudados pelo braço. Ele quis tocá-los, mas seu raptor não permitiu. O caminhoneiro foi então levado a uma marquise onde viu seres que pareciam bonecos plásticos, de aspecto cinzento, após o que, foi trazido de volta à Terra.

Seres extraterrestres

Entre outras revelações feitas durante a hipnose, Elias disse que os seres informaram vir da estrela Ursa Menor. Tinham 2,10 metros de altura, olhos rasgados horizontalmente, de cor brilhante, e sua vestimenta assemelhava-se a uma espécie de roupa emborrachada.

Sem a regressão, Elias só se recordava de ter descido do caminhão e depois já estar de volta à cabine.

Ele e seus acompanhantes só começaram a se dar conta da estranheza dos acontecimentos quando perceberam que chegaram 5 horas além do previsto na próxima parada e gastaram pouquíssimo combustível para a distância percorrida.

O abduzido teve ainda seqüelas físicas, como dores nos dedos e no ombro. Não reconheceu a própria filha ao chegar em casa. Também sofreu de impotência sexual durante os 4 meses seguintes ao encontro, sem que os médicos que procurou, segundo ele, conseguissem chegar a algum diagnóstico.

O abduzido ficou com uma calcificação no crânio que, segundo os especialistas aos quais foi levado, só poderia existir se Elias tivesse feito uma cirurgia. E uma marca no peito, por terem aparentemente introduzido uma agulha, permaneceu.

O caso Haroldo Westendorff

 

Em 05 de outubro de 1996, o empresário e piloto Haroldo Westendorff pilotava um monomotor Tupy (prefixo PT-NTH) sobre a Lagoa dos Patos, nas proximidades da cidade de São José do Norte (RS).

Naquele dia o céu estava limpo e ensolarado e nuvens esparsas permitindo um vôo com muita visibilidade. Por volta das 10 da manhã o piloto estava a uma altitude de 1800 metros, sobrevoando a região da Ilha de Saragonha, quando deparou-se um com gigantesco objeto que sobrevoava a região. Segundo o piloto, o objeto teria o tamanho de um estádio de futebol e aproximadamente 50 metros de altura. Era de formato piramidal, com oito lados. Em cada um dos lados haviam três domos salientes. O piloto acompanhou o estranho objeto por aproximadamente 12 minutos.

O objeto, que girava em torno de seu próprio eixo, seguia lentamente em direção ao mar. Um dos momentos mais marcantes da experiência foi o momento em que abriu-se uma escotilha no alto do objeto, de onde saíram 3 objetos discóides. Os objetos saíram na posição vertical, inclinaram-se

e desapareceram rapidamente. Neste instante, Haroldo manobrou o avião para visualizar o interior do objeto. Foi quando o objeto maior começou a emitir raios avermelhados fazendo com que o piloto manobrasse e se afastasse uns 200 metros do objeto. Logo após isso, a nave começou a elevar-se em grande velocidade.

Durante o contato, o piloto conversou com familiares relatando o evento e com a sala de controle da Infraero, no aeroporto de Pelotas (RS). Airton Mendes da Silva, Jorge Renato Dutra e Gilberto Martins, puderam confirmar visualmente o objeto. O piloto também comunicou-se com o CINDACTA 2, em Curitiba (PR), relatando o evento e solicitando informações. Os operadores no CINDACTA negaram que o objeto estivesse sendo captado.

Haroldo Westendorff é piloto deste os anos 70, tendo brevê desde os 19 anos. Além disso é bicampeão brasileiro de acrobacias.

 

Fonte: Portal Fenomenum

O caso Hermínio e Bianca

 

Este caso é um dos mais paradoxais da ufologia porque se reveste de alguns acontecimentos marcantes. Os extraterrestres contatados pelo casal mineiro passaram a eles diversos ensinamentos de cunho ocultista, entre eles práticas especiais de Desdobramento Astral Consciente. Essas práticas são ensinadas até hoje por Hermínio Reis em cursos e vivências, e têm beneficiado inúmeras pessoas.

 

Hermínio e Bianca de Oliveira são de Minas Gerais. Ela uma pessoa simples, de instrução primária, e ele um pastor evangélico. Suas vidas continuariam sendo comuns e correntes se não tivessem vivenciado um contato ufológico fabuloso.

…….

O casal acordou cedo, como de costume, e durante o café da manhã resolveram ir a Belo Horizonte vender seu velho carro, um Karmann-Ghia. Saíram do Rio por volta das 18 horas.

Logo que passaram por Paraibuna, às 23h30min, Hermínio, que dirigia, começou a sentir-se cansado e com sono, seus olhos

também ardiam devido à fumaça excessiva que seu carro emitia, então ele parou no acostamento e dormiu. Já Bianca ficou acordada para evitar que fossem surpreendidos por assaltantes. Dado um tempo, cerca de 15 minutos, ela acendeu um cigarro e começou a olhar para o céu, que na ocasião estava muito limpo.

Então ela notou uma luz movendo-se de um lado para outro, no principio imaginou que fosse um balão, apresentava uma luz intensamente alaranjada, mas de repente ela percebeu que o objeto entrava e saía das nuvens. A princípio o objeto parecia estar distante, mas a certo momento pareceu sumir de sua vista reaparecendo apagado muito próximo parecendo que ia cair sobre o automóvel.

 

Bianca começou a gritar: “Hermínio, Hermínio, um avião está caindo em nossas cabeças”, Hermínio acordou, mas nada pôde fazer, pois no momento tudo já havia escurecido a ponto de eles não enxergarem a si próprios. Mas isso durou pouco, o automóvel que parecia estar em movimento parou, e um lugar muito iluminado, com luz por todos os lados, cegou os dois.

 

Dois homens, de grande estatura, por volta de 2 metros, se aproximaram do veículo com sorriso no rosto, e cordialmente ajudaram-nos a sair do automóvel.

 

Depois de se acalmarem (pois haviam tido um grande ataque de pânico), Bianca e Hermínio seguiram os homens que os levaram a uma espécie de elevador chegando a outra sala, parecida com um laboratório.

 

Os extraterrestres eram parecidos, como se fossem gêmeos, e conversavam entre si, eles tiveram uma longa conversa com Bianca e Hermínio, através de um aparelho parecido com uma espécie de capacete com muitos fios, o qual funcionava como tradutor (veja imagem acima).

 

Nessa conversa o interlocutor se apresentou como KARRAN, do planeta KLERMER, um corpo celeste muito longínquo e desconhecido pelos terráqueos. Nesse diálogo eles falaram sobre religião, contatos entre humanos e esses seres e a criação do homem, além de outas questões filosóficas e místicas (devido principalmente ao fato de Hermínio ser pastor evangélico).

 

Após um tempo de conversa os ETs ofereceram um tipo de pão bem macio mas sem gosto, e um tipo de soro hospitalar. Ao fim da conversa, Karran gravou as ondas cerebrais de Bianca para poder entrar em contato mais tarde, depois ofereceu um liquido verde aos seus convidados dizendo que era para eles

esquecerem o ocorrido, mas Bianca pediu para que eles não fizessem isso, e seu pedido foi gentilmente atendido.

 

Karran, o capitão extraterrestre que ensinou as técnicas de Desdobramento Astral ao casal Hermínio e Bianca Reis

Depois dessa experiência Bianca voltou para casa e ficou gaga por um longo período, desde então ambos permaneceram calados por algum tempo, começando a contar sua história fantástica aos poucos, indo posteriormente a programas de rádio e TV, como o de Flávio Cavalcanti.

 

Uma das peculiaridades mais interessantes deste caso foram as TÉCNICAS DE DESDOBRAMENTO CONSCIENTE ensinadas por Karran a Hermínio e Bianca, as quais baseiam-se em 3 etapas:

1. Hiperventilação: exercícios respiratórios que servem, segundo Karran, para a regeneração celular e cerebral;

2. Desenvolvimento das glândulas Pituitária e Pineal, para o aumento da autoconsciência dentro e fora do veículo físico;

3. Despertar de pontos específicos do cérebro para que o Desdobramento Astral Consciente ocorra.

 

Como Hermínio e Bianca conseguiram que Karran ensinasse essa série de técnicas de Viagem Astral nos diversos encontros entre eles? Hermínio perguntou a Karran por que eles, os ETs, não se

comunicavam conosco e por que não nos ajudavam em nossos problemas planetários. Karran respondeu, primeiro apontando para si e dizendo “Eu não estou aqui?”, e depois abrindo os braços e mostrando a nave toda e dizendo: “Nós não estamos aqui?” Então Hermínio, entre uma pergunta e outra, pediu a Karran para que lhes ensinassem técnicas para que pudessem ser divulgadas para toda a humanidade doente.

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